A missa negra como perversão do rito católico, popularizou-se no século XVII. Tornou-se um espectáculo com grande número de entusiastas, nos tempos em que reinou Luís XIV. Uma das missas negras foi organizada pelo abade Guibourg para Athénais de Tonnay-Charente, marquesa de Montespan, futura amante do Rei-Sol, Luís XIV. Possuída pela obsessão de tornar-se rainha, a marquesa quis através de uma missa negra afastar todos os obstáculos que pudessem surgi-lhe à frente.

O seu corpo desnudado serviu de altar a Guibourg. O abade disse a missa de acordo com o rito católico, tendo consagrado a hóstia sobre os órgãos genitais da marquesa. A sua ajudante, a Cathérine Montvoisin, também conhecida por La Voisine, trouxe para a celebração uma criança de 2 anos, que fora comprada à sua mãe.

Foi então que Guibourg invocou demónios, cortou a garganta à criança que se encontrava sobre a barriga da marquesa de Montespan e recolheu o seu sangue num cálice misturado com vinho e ambos beberam e por fim tiveram relações sexuais.
No fim da celebração o padre entregou à marquesa um saco com os restos da hóstia, das vísceras e do sangue da criança.

No ano seguinte à missa negra realizada a marquesa tornou-se amante do rei, chegando a dar à luz sete filhos deste.



NÃO GRITE NO ESCURO



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Fear


2 Comentário(s):

Myst Romanov disse...

Fiquei besta com essa história, matar uma criança por causa do fdp do Luís XiV foi osso! Naquela época o mundo (também) parecia do demonio mesmo...

Anônimo disse...

eu já tinha lido sobre essa história. a amante do rei sol era uma vagabunda satânista e depravada!esse escândalo todo foi abafado. assim como acontece hoje em dia com pessoas que tem muito dinheiro e poder e matam os outros, abusam, destroem a vida das pessoas e ficam impunes por seus crimes!

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