Assassino Caterine está saindo do trabalho à noite.Já são altas horas da noite e não aparece nenhum táxi na hora que ela precisa.Ela decide pegar o metrô.Caterine sente que está sendo seguida.Ela olha para trás,mas nada vê,e continua seguindo seu caminho.Caterine pára novamente.Ela agora escutou uma risada.O pânico toma conta de seus músculos e ossos,impedindo-a de correr,gritar.Seus olhos começam a lacrimejar e aos poucos ela vê um vulto surgindo das sombras.Ele segura algo em suas mãos.Um machado,um cutelo,uma faca talvez.Ela tenta pedir por misericórdia,mas suas cordas vocais foram travadas pelo medo,e ela só consegue ver o ódio nos olhos daquele homem.Ele ergue seu braço direito e com apenas um golpe,decepa a cabeça de Caterine. John é um homem de classe média que trabalhava em um escritório de advocacia em Nova York.Gostava de festas,carros,mulheres,bebida,enfim,todos os prazeres da vida em que a igreja insiste em dizer que é coisa do demônio.Mas havia um problema com John.Há 7 meses ele perdeu sua mãe.A dor era profunda no coração de John,já que a pessoa que ele mais amava na vida era sua mãe.Estava à base de anti depressivos e sedativos.Não tinha vontade de comer,de dormir,o que estava lhe dando um aspecto horrível,já que era considerado um homem bonito,com um belo porte físico.Nunca dormia,mas quando acontecia dele pregar no sono,tinha pesadelos horríveis.Uma noite sonhou que estava incendiando um hospital,e se deliciava ao ver as pessoas correndo,completamente em chamas tentando salvar suas vidas.Ele acordava completamente suado,com o coração acelerado,suas mãos tremiam constantemente.Ele já havia consultado com psicólogo,analista,psicanalista,mas nenhum tinha resposta para os transtornos dele. Os pesadelos de John eram cada vez mais constantes,e em todos eles a morte estava presente.Eram modos brutais,e nos sonhos,John gostava disso.Ele gostava de ver as pessoas sofrerem e as ver morrer de um modo brutal era a visão mais maravilhosa do mundo. Um dia John acordou decidido que ia se recuperar de seu trauma.Ele se levantou,barbeou-se,colocou uma bela colônia,vestiu-se com uma bela roupa e saiu para passear no parque.Lá ele se divertiu com há tempos não se divertia,e conheceu Pâmela,uma bela loira,de corpo escultural,cintura fina e seios belos e fartos.Eles conversaram,trocaram os telefones e marcaram de sair outra vez.John vai para seu apartamento,toma uma bela ducha,come alguma coisa e vai para a cama.É um dos raros dias em que ele não usa nenhuma espécie de sedativo ou tranquilizante para dormir.Ele se deita e apenas começa a sonhar. No sonho John está em um parque.Está muito escuro.Ele procura por alguém,mas nada vê.Ele tenta gritar,mas sua voz não emite nenhum tipo de som.John começa a andar,mas seus movimentos são involuntários,transformando-o em uma espécie de marionete.Ele começa a vagar pelo parque e avista um homem.Uma espécie da calafrio toma conta do corpo de John,um calafrio que ia da sua espinha,passava pelos seus braços e pernas e terminava em seus olhos,fazendo-o sentir uma imensa dor.Agora ele sentia um desejo estranho junto com um cheiro.Era o cheiro da morte se aproximando da alma de John,e aplicando nele um enorme desejo de matar alguém.Ele vaga pelo parque até que avista um homem.Era um homem velho,com uns 56 anos,uma vítima em potencial.John procura uma arma,e logo vê uma barra de ferro no canto da rua.Ele segura aquele metal sólido e frio como um corpo sem vida e aos poucos se aproxima do velho.Ele já está bem perto e seus olhos parecem queimar as costas do velho tamanha a emoção,e com apenas um golpe,transpassa a arma na cabeça do homem.Após começa a golpeá-lo come se fosse um monte de lixo.Aos poucos a rua ficava marcada com sangue,pedaços de crânio,miolos,córneas,etc.Nessa hora John acorda.Se levanta,vai até o banheiro,e de tão assustado acaba mijando fora da privada.Se olha no espelho e se assusta muito,pois suas mão e corpo estão completamente sujos de sangue.Ele toma um banho e vai para a sala tomar um café e refletir sobre esse sonho estranho que havia tido. No outro dia ele tem um dia normal(isso é possível?).Acorda,toma um café,lê o jornal,mas aí ele recebe um telefonema.Era Pâmela convidando-o para almoçar,e como é de se esperar,John aceita o convite na mesma hora.Eles vão à uma padaria e Pâmela convida John para ir até sua casa.Chegando lá ele se senta e ela diz que vai ao banheiro.A hora que ela volta,John se assusta um pouco.Pâmela está vestindo uma lingerie muito sexy.Ela se senta no colo de John e dali eles começam a transar.Após isso John dorme,e ai está o perigo.Ele tem outro sonho.Neste ele está em uma floresta,em uma escura noite.Um vento gelado corta seus lábios e sua face,e ele nota a ausência de estrelas e lua.Ele vaga pela floresta e encontra uma choupana no meio da floresta.A porta está aparentemente aberta.E realmente estava.John entra,tudo está escuro,ele apenas vê um baixa claridade de um certo cômodo da cabana.Ele se dirige a esse cômodo que se parece com um quarto.Encima da cama ele vê uma mulher com um longo vestido vermelho.Era Pâmela.Aquele arrepio toma conta de seu corpo novamente.Ele sente as mesmas sensações medonhas de antes.O efeito marionete volta.Sua mente está voltada para o mal,e ele só pensa e matar.Ele vê uma enorme machete e vai em direção à moça.Nesse momento Pâmela acorda: - Me mate John.Você é um assassino.Mate-me.Enfie essa machete em meu crânio ou peito e jogue meus pedaços no centro da cidade A mente de John não quer matar Pâmela mas seu corpo não o obedece,e na hora que ele vai para cima da moça ele acorda.Quando acorda ele está na casa de Pâmela,encima da mesma,mas agora segurando a mesma arma que segurava em seu sonho.Pâmela acorda e vê John tentando mata-la.ela empurra John,fazendo com que o mesmo acabe cortando o próprio braço.Ao ver o seu sangue jorrando John acorda novamente.Desta vez ele está em sua própria casa.São 6:00 AM e ele escuta uma mulher o chamando.Era a sua mãe.John percebe que tudo não passou de um horrível pesadelo.Sua mãe nunca havia morrido.Pâmela e os assassinatos que havia cometido não passavam de fruto de sua imaginação,mas John percebe que em seu braço há uma enorme cicatriz,mas ele não dá bola.Agora ele pode enfim dormir tranquilo.Ou não. Tauã Veiga
Prólogo
Em sua mente
-Eu vejo sangue! Mas já não existe nenhum desespero, nem choramingo, nem gritos, nem suplicas. Apenas um silêncio. Um silêncio tão terrível que chega a ser doloroso ouvir, parecendo um grito da morte que aparece sem avisar.
Odeio o silêncio, mesmo se antes ele tinha sido preenchido por gritos de agonia para um deus que não os atendeu. Ele continuava sendo atormentador para mim, não importa se eu ligue o rádio ou ligue a TV, ainda consigo escutar o silêncio lá no fundo, que só pode ser substituído com gritos e sangue, mas isso é tudo temporário. Por isso, terei que matar mais até o ponto do silêncio sumir por completo, até o ponto de todas as suplicas inundarem meus ouvidos atordoados, até que minha serra se quebre de tanto cortar ossos humanos como se fossem “porcos no matadouro”.
Háháha, háháha. Por que ninguém mais ri comigo? Áh... Lembrei... eles estão mortos e destroçados como se fossem “Legos”.
Que vontade de tomar um sorvete, acho que tem um dentro do freezer... Perto daquela cabeça de uma mulher, morreu com uma expressão tão engraçada que eu tive que conserva-lá.
Vou pegar logo esse sorvete e ver quem vou matar depois...
Continua...
agradecimentos aos meus criticos Vitor, Joansen, Danilo e Otavio
Bem galera esse é meu primeiro conto sobre serial killers me digam suas opiniões!
22 de janeiro em Nova York, noite de sábado, os bares quase cheios e turbulentos, mas no meio daquele barulho, se escuta a TV.
-Outra menina loira foi encontrada morta em um quarto de motel! Ela foi deixada com o pescoço cortado e em uma posição de como se estivesse dormindo! É a terceira nessa semana, por isso garotas, não falem com estranhos, não saiam à noite sozinhas e não deixe suas bebidas em qualquer lugar!
-Depois de ouvir isso, um homem sentado no bar bebendo um whisky escocês reclama.
- Puta Merda! Esses ignorantes que só matam mulheres deveriam ser castrados! Malditos sejam! –O Homem do lado dele que está bebendo uma cerveja concorda!
-Esse ai só é mais uma daquelas bichinhas que só sabem matar mulheres e nunca iriam se garantir com um macho!
-De repente a porta do bar se abre e a maiorias das pessoas param para ver quem entrou! Era um homem de cabelos escuros, olhos verdes, pele clara. Usando uma calça jeans, uma camiseta branca e uma camisa de botão vermelha por cima. Ele se dirige ao bar, sentando em um banco no canto, vendo um pouco de televisão esperando o garçom chegar!
O garçom chega perto e fala: - O senhor deseja alguma coisa?
Ele responde. – Me dá uma cerveja!
O povo continuava olhando para ele, mas logo notaram que se tratava de um mero viajante normal, por causa da sua simpatia e do seu belo sorriso.
Enquanto o viajante bebia sua cerveja tranquilamente, uma mulher loira chega perto dele e fala.
-Oi! Tudo bem?
Ele responde.
-Oi! Tudo bem sim. E com você?
Ela fala.
-Estou bem também, só com um pouco de medo, por causa desses assassinatos que estão acontecendo com as loiras!
Ele entende a intenção da moça e logo fala.
-Que tal eu lhe pagar uma bebida para que esse medo passe?
Ela dá um lindo sorriso e faz um gesto com a cabeça dizendo que sim!
Depois de um belo tempo de conversa entre os dois ela chega bem perto dele e fala.
-Você é muito lindo e fofo, acho que você não poderia ser o assassino!
E depois de dizer isso ela dá um longo beijo no viajante! E ele fala.
-Vai com calma gatinha, você me conheceu agora.
Ela responde.
-Então acho que vai ser só sexo! –Enquanto passava a mão na calça do viajante.
Ele sorriu e disse com sarcasmo.
-Mas aqui não é um bom lugar para fazer isso!
Chegando no Motel, eles foram logo se beijando intensamente, depois tirando a roupa e se jogando na cama, com varias preliminares e orgasmos eles partem para o ato principal.
Depois de uma noite de apertos e gemidos, o viajante se levanta indo ate suas calças, que estavam jogadas no chão e tira do bolso de trás um canivete bem afiado, chega bem perto da mulher de cabelos loiros e começa a beijar sua nuca indo para o pescoço. Ela começa a despertar, mas antes que ela abra os olhos ele passa a lamina por todo seu pescoço, ainda continuando a beijar toda a sua face, e depois que ele se certifica q ela está morta, ele tira a calcinha dela e começa mais um ato de “amor”.
24 de Janeiro em Nova York.
Anuncia a televisão.
-Mais uma loira encontrada nua no motel......






