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Preto Amaral, considerado o primeiro serial killer brasileiro
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Preto Amaral, considerado o primeiro serial killer brasileiro

Aos 17 anos, o escravo José Augusto do Amaral foi liberto pela Lei Áurea e entrou para o exército, servindo em todo o país. Na Guerra dos Canudos (1897), ele foi promovido a tenente. Finda a guerra, Amaral integrou batalhões de polícia e desertou. Acabou sendo preso em Bagé, Rio de Janeiro, ao tentar desertar do exército nacional. Foi condenado a sete meses de prisão e, ao sair, aos 56 anos, passou a fazer bicos em São Paulo.

Em 1927, Amaral foi preso novamente. Desta vez, acusado de seduzir, estrangular e estuprar três rapazes. Em seu depoimento, Amaral contava que seduzia e depois asfixiava as vítimas, estuprando-as depois de mortas. A primeira vítima tinha 27 anos e conheceu Amaral na Praça Tiradentes, depois de pedir-lhe fósforos. Conversa vai, conversa vem, foram para um botequim tomar café, onde Amaral o convidou para assistir a um jogo de futebol. O corpo de Antônio Sanchez foi encontrado próximo ao Campo de Marte, na zona norte de São Paulo.

A segunda vítima tinha apenas 10 anos e foi atraída por Amaral com balões que ele vendia na região do Canindé, também na zona norte. O corpo de José Felippe Carvalho foi encontrado 13 dias depois, sem os membros superiores. Antônio Lemos tinha 15 anos quando foi abordado por Amaral nos arredores do Mercado Municipal, na região central da cidade. Amaral ofereceu almoço à vítima e partiu com ela num bonde rumo à Lapa. Foi só quando o corpo de Lemos foi encontrado que a polícia percebeu estar diante de um assassino incomum. Mas não havia nenhuma pista do assassino, até que Roque Piccili, um engraxate de 9 anos conseguiu escapar de Amaral. O assassino levou o menino para debaixo de uma ponte e já o estrangulava quando se assustou ao ouvir vozes e fugiu. O menino contou à polícia e Amaral foi preso e torturado. Na cadeia, confessou os crimes, contando em detalhes como matou suas vítimas.

Os crimes ganharam as manchetes nacionais. Amaral foi chamado de "monstro negro", "diabo preto" e "estrangulador de crianças". Acabou ficando conhecido como "Preto Amaral". Morreu na Cadeia Pública de São Paulo, cinco meses depois de ser preso, de tuberculose, antes de ser julgado. Os motivos reais que levaram Amaral aos crimes ainda são um mistério, mas o psiquiatra que o examinou na prisão relacionou-os ao tamanho do pênis do ex-escravo. Na época, era comum relacionar o tamanho do pênis ao tamanho da bestialidade do criminoso.

Apesar de ter confessado os crimes, Amaral pode não ter sido o real culpado. Crimes semelhantes continuaram ocorrendo mesmo depois da prisão de Amaral, que tinha apresentado álibis para os dois primeiros assassinatos. Mesmo assim, Amaral acabou ganhando o título de primeiro serial killer brasileiro.


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By: Shadow


Um dos aspectos mais estudados dos assassinatos em série é "por quê?". Várias teorias foram anunciadas como explicações em potencial. Mas "esclarecer como um serial killer é criado é como resolver um cubo mágico" [fonte: Vronsky]. Em outras palavras, não existe resposta. Vejamos então três teorias possíveis: negligência e abuso na infância, doença mental e danos cerebrais.

Negligência e abuso
Uma teoria gira em torno da negligência e do abuso sofridos por muitos serial killers quando crianças. Robert Ressler e Tom Shachtman descrevem um estudo conduzido pelo FBI, que incluiu entrevistas com dezenas de assassinos (a maioria deles serial killers). Em cada caso, eles descobriram "padrões similares de negligência infantil grave" [fonte: Ressler & Shachtman]. Durante o desenvolvimento de uma criança, há períodos importantes durante os quais elas aprendem sobre o amor, a verdade, a empatia, e regras básicas para interagir com outros seres humanos. Se estes traços não são ensinados para a criança durante aquele período, pode ser que ela não os aprenda durante a vida.

Serial killers frequentemente sofreram abuso físico ou sexual quando crianças, ou testemunharam o abuso de membros da família. Este padrão de negligência e abuso, dizem alguns pesquisadores, leva serial killers a crescer sem a percepção de ninguém além deles mesmos. Mas ao mesmo tempo, muitas crianças crescem sofrendo negligência e abuso, mas não se tornam criminosos violentos ou serial killers.


jeffrey dahmer
Eugene Garcia/AFP/Getty Images
Jeffrey Dahmer em seu julgamento,
em 1991. Ele matou pelo menos
17 homens e garotos.


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By: Shadow




Ilse Koch nasceu em 1906. Começou a carreira como secretária em Dresden até que foi promovida a guarda feminina no campo de concentração de Sachsenhausen ,perto de Berlim, aberto em 1936. Lá ela conheceu Karl Otto Koch, um oficial da SS que era comandante em Sachsenhausen . Em maio 1937, Ilse casou-se com Otto Koch, cuja a primeira união havia falhado. Quando Koch foi transferido a Buchenwald para ser primeiro comandante em agosto 1937, ela o acompanhou.




A "Cadela de Buchenwald", como ficou conhecida Ilse Koch, gostava de cavalgar pelo campo de concentração onde escolhia prisioneiros que a desagradavam para serem chicoteados por ela e por soldados da SS. Ilse tornou-se sinistramente famosa por colecionar como sourvenires pedaços de peles tatuadas de prisioneiros dos campos. Histórias de sobreviventes contam que ela tinha cúpulas de abajures feitos de pele humana em seu quarto e luvas.

(Ilse ao lado do marido)



Uma testemunha no julgamento de Nuremberg contou que "Os produtos concluídos (peles tatuadas arrancadas dos corpos) eram trazidos para a esposa de (Karl) Koch, que fazia abajures e outros ornamentos para a casa com as peles".

(Coleção de peças humanas apreendidas na residência de Ilse.
Do lado direito, um abajur todo feito com pele humana.)


(Cabeça humana “encolhida” artificialmente)

As atrocidades duraram anos, até que em Agosto de 1943 Karl Koch foi capturado pela Gestapo, acusado de corrupção. Foi considerado culpado e executado em Abril de 1945.

Após a guerra, Ilse Koch não tentou se esconder e depois que os prisioneiros livres contaram suas histórias sobre seu comportamento às forças armadas americanas, foi fácil derruba-la e prendê-la como uma criminosa da guerra. Foi acusada de participar "de um projeto comum" para violar as leis de guerra, mas a acusação específica era o terrível crime de selecionar prisioneiros de Buchenwald para serem mortos por seu amante , Dr. Waldemar Hoven, a fim ter os abajures feitos de pele tatuada.
(Pedaços de pele tatuada)


Três partes de pele tatuada e uma cabeça encolhida foram exibidas na corte em Dachau como a evidência dos crimes cometidos pela equipe de funcionários em Buchenwald. A fotografia do Dr. Kurte Sitte mostra as três partes de pele tatuada, encontradas no departamento do patologia em Buchenwald.


(Fotos do julgamento)

A investigação durou oito meses e em 1947 Ilse Koch foi condenada a prisão perpétua. Após ter permanecido dois anos na prisão, o general Lucius D. Argila, controlador militar da zona americana na Alemanha, solicitou sua libertação. Devido sua condenação internacional, Koch foi presa novamente em janeiro de 1951. Foi condenada novamente a prisão perpétua.


Ilse Koch cometeu suicídio na prisão de Aibach, em 1 de setembro de 1967.


[Fonte: Qual Seu Medo]

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(não tenho certeza se é ele na foto)

Daniel Camargo Barbosa foi um assassino em série colombiano que ficou conhecido como a Besta dos Andes e é suspeito de ter assassinado 72 meninas.

Daniel Barbosa, foi condenado em seu país natal por estupro e assassinato de uma menina de 9 anos de idade. Em 1986 Barbosa fugiu do presídio em que cumpria pena, tendo escapado para o Equador, país no qual continuou a estuprar e matar.

Em Junho de 1988, Daniel Barbosa foi preso pelo homicídio de uma menina de 12 anos de idade. Devido a impressões digitais numa embalagem de doces encontrada na cena do crime, conseguiu-se ligá-lo ao crime, tendo-se descoberto que os doces eram engodos para atrair as crianças. Ele confessou ter matado 71 garotas desde sua fuga da prisão, tendo, destarte, levado as autoridades às covas das vítimas.

Em 1989, Daniel Barbosa foi considerado culpado e sentenciado à pena de prisão perpétua. Correu a notícia de que foi assassinado na cadeia por um primo de uma das vítimas.


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Gilles de Montmorency-Laval, Gilles de Rais, ou Gilles de Retz (10 de Setembro de 1404 - 26 de Outubro de 1440), foi um nobre francês e soldado que lutou em diversas batalhas ao lado de Joana D'Arc contra os ingleses.

Ficou conhecido por ser acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças. Juntamente com Erzsébet Báthory, aristocrata húngara que agiria no século seguinte, ele é considerado por alguns historiadores como precursor do assassino em série moderno.

História

De Rais nasceu em 1404 em Machecoul, próximo a fronteira com a Bretanha. Seu pai foi Guy de Montmorency-Laval e sua mãe era Marie de Craon. Ele tinha um irmão, René de Susset, com o qual foi muito unido em sua infância. Fora uma criança inteligente, falando, inclusive, latim fluentemente. Após a morte de sua mãe e, posteriormente, a trágica morte de seu pai, os dois irmãos ficaram sob a tutela do avô materno, Jean de Craon. Ele ensinou aos garotos o narcisismo, a soberba, o poder, o orgulho, o que fez com que moldasse a personalidade de Gilles. Mas no começo, Jean dava muito mais atenção ao irmão de Gilles, o que fez com que esse vivesse fechado na biblioteca da casa. Lá ele encontraria seu alter ego e heróis em livros sobre a Roma antiga. Ele via como os antigos imperadores romanos eram poderosos, ricos e matavam sem dever explicações a ninguém.

Aos 14 anos, seu avô lhe deu uma grande armadura milanesa e o proclamou cavaleiro. Logo já manejava uma espada e destruia seus bonecos de treino e já demonstrava sua agressividade. Primeiramente com animais, mas logo com seres humanos. Aos 15 anos, cometeria seu primeiro assassinato. Ele chamou seu amigo Antoin para um duelo, que este pensava ser inofensivo. No entanto Gilles levou o duelo a sério e acabou atingindo Antoin com a espada, que agonizou até a morte. Nessa ocasião ele não foi sequer acusado, pois era nobre e Antoin por sua vez, era de origem humilde.

Carreira Militar

Sua enorme agressividade levou-o a entrar para a carreira militar, na qual poderia descontar a fúria nos inimigos. Lutava sempre na vanguarda dos soldados (tropas pagas por ele) contra os ingleses, e parecia outra pessoa quando lutava, tamanha era sua habilidade.

Após uma das campanhas ele se casou com Catherine, que era de uma casa nobre da Bretanha, em 1420. Em 1429, Catherine daria à luz a única filha do casal, Marie. Porém Gilles dizia não amar a esposa e posteriormente, ficava evidente o caráter de bissexualidade do homem. Mais tarde, Gilles lutaria ao lado de Joana D'Arc, pela qual possuía uma estima muito grande, novamente contra os ingleses, retornando vitorioso a Paris.

Investigação e execução

Com o passar do tempo, as derrotas contra os ingleses (na batalha de Patay) e, posteriormente a morte de sua 'deusa' Joana D'Arc, tornaram Gilles cada vez mais triste e sombrio. Ele chegou a declarar que não tinha mais vontade de viver, pois essa morrera com Joana D'Arc.

Deixou a vida militar e refugiou-se na Bretanha Francesa, mais precisamente no castelo de Tiffauges, onde seus demônios e sentimentos mais perversos afloraram. A mente do ex-comandante ficara ainda mais confusa com as tragédias da guerra e a morte de seus camaradas. Nessa altura ele já havia se separado de sua esposa Catherine.

Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. Gastava toda a fortuna em obras artísticas que lhe recordavam as campanhas com Joana D'Arc e em festas para seus estranhos amigos e conseilheiros. As bizarrices, porém, ocorriam ao cair da noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, previamente seqüestrados por 'bruxas'. Para defender-se de acusações de que os meninos seqüestrados eram levados ao seu Castelo, Gilles dizia que os entregava a Inglaterra para se converterem em padres.

Ele utilizou, além do castelo de Tiffauges, o castelo de Machecoul e a casa de Suze para cometer seus delitos.

Tudo acabaria em outubro de 1440, quando uma investigação levou até Gilles de Rais. Em seu julgamento (altamente detalhado nas escritas do século XV), ele se declarou, a princípio, inocente. Entretanto, em um de seus transtornos de personalidade, dos quais já sofría há anos, ele assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo. Chegaram a contabilizar 200 vítimas, porém é certo que este número seja bem maior.

No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus 'colaboradores' foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.


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Quando se trata de apontar o serial killer mais famoso do mundo, algumas fronteiras devem ser estabelecidas. Como ditador soviético de 1924 a 1953, Josef Stalin foi responsável pela morte de milhões de cidadãos que morreram de inanição nos gulags (campos de trabalhos forçados) [fontes: BBC]. A tendência genocida de Adolph Hitler levou ao assassinato de aproximadamente 21 milhões de pessoas (não incluindo os combatentes do exército alemão que morreram lutando) [fonte: University of Hawaii].
Henry Lee Lucas
Pam Francis/Liaison/Getty Images
O serial killer Henry Lee Lucas na prisão em Huntsville, Texas, em 1998

Mas esses homens e outros que deram ordens de execução em massa não assassinaram diretamente as pessoas que morreram sob sua autoridade. E para ser considerado um serial killer, alguém dever ter assassinado pessoalmente três pessoas ou mais [fonte: Princeton]. Mesmo sob os parâmetros dessa definição, houve alguns serial killers bastante famosos.

Henry Lee Lucas confessou ter matado centenas de pessoas, mas ele foi associado a somente três das 12 vítimas (além de sua mãe, que ele espancou até a morte). Lucas disse ter confessado falsamente outros assassinatos porque gostava de brincar com a imposição da lei [fonte: New York Times].

O criador de porcos canadense Robert Pickton foi acusado de assassinar 26 mulheres. Quando foi apanhado, Pickton disse que sua meta era matar 50 [fonte: BBC].

O mais famoso serial killer da história recente, o colombiano Pedro Lopez, assassinou 300 pessoas, a maioria meninas jovens. Ele foi libertado da prisão no Equador em 1998 [fonte: The Telegraph].

Por uma maioria esmagadora (cerca de 80%), os serial killers são homens. Na verdade, não há nenhum perfil definitivo para serial killers do sexo feminino [fonte: LSU]. Mas se a história e os testemunhos estiverem corretos, uma mulher é o serial killer mais famoso de todos os tempos.

Acredita-se que Erzsebet (Elizabeth) Bathory, uma condessa húngara, matou não menos que 650 pessoas durante os 54 anos em que viveu. E a maneira exata como ela tirou a vida de suas vítimas provou ser uma inspiração terrível para contadores de histórias. Acredita-se que Bram Stocker se inspirou na condessa: supõe-se que seu Conde Drácula seja um híbrido do príncipe valáquio Vlad Tepes e de Bathory [fonte: NNDB].


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Abdullah Shah (22 de fevereiro de 1945 – 20 de abril de 2004) foi provavelmente o primeiro e único assassino em série afegão do século XX.

Shah é acusado de matar mais de 20 pessoas, incluindo a própria esposa.

Sua execução foi a primeira ser feita no Afeganistão desde a queda do regime talibã no final de 2001.


Biografia

Há poucos detalhes sobre os primeiros anos de vida de Abdullah Shah. Sabe-se que participou com mujaredins na jihad (guerra santa, em árabe) contra intervenção da União Soviética no final de 1979, durante os anos 80.

Com a saída dos soviéticos (1989) e a queda do governo comunista afegão (1992), Shah serviu sob Zardad Khan, ganhando a alcunha de Cão Zardad, que serviu sob Gulbuddin Hekmatyar na guerra civil Afeganistão, em 1992. Shah e Zardad assaltava pessoas na estrada que liga Cabul a Jalalabad.

Quando a guerrilha Taliban dominou a região em meados de setembro de 1996, antes de conquistar Cabul, o grupo de criminosos liderados pelo Zardad Khan e o Abdullah Shah abandonaram a região e praticamente sumiram de cena.


Prisão

Abdullah Shah voltou em cena após ser preso em 2002.


Julgamento

Shah foi condenado em primeira instância tribunal especial, em Outubro de 2002.

Nove pessoas testemunharam contra ele no julgamento, incluindo outra mulher que ele tentou incendiar. Os corpos de muitas vítimas do Shah foram encontrados em um poço no distrito de Paghman.


Execução

O Presidente do Afeganistão, Hamid Karzai assinou a autorização de sentença de morte contra Abdullah Shah.

A execução ocorreu no dia 20 de abril de 2004, na mesma prisão de Pul-e-Charkhi que estava preso.

Na execução, Shah foi baleado na parte de trás da cabeça. Testemunhas presentes, que incluiu representantes da polícia afegã e do gabinete do Procurador-Geral e os médicos.


Reações

Anistia Internacional protestou contra a execução de Abdullah Shah, alegando que o Afeganistão evitou padrões básicos de justiça.

A Anistia Internacional acrescentou que Abdullah Shah foi, provavelmente, silenciado para que ele não puder testemunhar contra os comandantes aliados ao governo.

Disse que Shah não foi fornecido um advogado de defesa, o julgamento foi secreto, a confissão foi obtida sob tortura e que o primeiro juiz no seu caso, foi demitido por ter aceitado suborno. O segundo juiz impôs a pena de morte sob pressão do Supremo Tribunal.


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David Richard Berkowitz (1 de junho de 1953- ), também conhecido como o Filho de Sam e o Assassino da 44 é um assassino serial (serial killer) estadunidense, que aterrorizou a cidade de Nova Iorque com seus crimes, praticados durante julho de 1976 e Agosto de 1977, até ser preso.
A HISTÓRIA DE DAVID BERKOWITZ


Berkowitz é adotado
Antes do nascimento de David, sua mãe, judia e pobre, quis casar-se com um italiano, mas sua família foi contra. Mesmo assim, o casal ficou junto, montaram uma peixaria, e tiveram uma filha. Algum tempo depois, o italiano separou-se dela.
Ela inicia outro relacionamento e engravida. O namorado a larga antes do nascimento do seu bebê, David, em 1953.
David foi adotado por família judia de classe média, sem filhos, que cuidou bem dele (e mudou seu sobrenome de Falco para Berkowitz). Enquanto isso, sua mãe biológica retoma o relacionamento com este namorado (ficando juntos até que ele morresse de câncer, em 1965).

Berkowitz era uma criança solitária. Seus pais adotivos também não eram muito sociais. Ele era “grandalhão”, e se sentia um pouco discriminado. Mas era hiperativo e às vezes violento com outras crianças.

David perde também os pais adotivos


A mãe adotiva teve câncer de mama, e acabou morrendo em 1967. Berkowitz, que entrava na adolescência, ficou devastado. Ficou mais introvertido, e imaginou que a morte dela fosse parte de um plano para destruí-lo.
Em 71, o pai casou de novo, mas David não se dava bem com a madrasta, e então o casal foi morar sozinho.
David entrou no Exército. Ficou três anos. Era muito bom com rifles.
Posteriormente, encontrou a mãe biológica ,e ela e sua filha (irmã de David) o trataram bem, como parte da família. O esquema funcionou bem por um tempo, mas depois ele começou a fazer menos contato.
Relata-se que a única experiência sexual que David teve foi com uma prostituta na Coréia – e ainda pegou uma doença.

Incendiário e homicida
David tinha um especial prazer em provocar incêndios – foram mais de 1000. Registrou todos, em cadernos.

Aos 23 anos, começou seus ataques homicidas. Foram 8, até ser capturado.

1º ataque de David Berkowitz– 29 de julho de 1976

Nova Iorque. Uma da manhã. Duas amigas, Donna e Jody, 18 e 19 anos respectivamente, conversam no carro de Jody, na entrada do prédio de Donna. Os pais de Donna pedem para ela entrar. Ela começa a despedir-se de Jody. Logo em seguida, um homem aparece. Ela se assusta; ele saca um revólver de dentro de um saco de papel, e dispara 5 tiros. Donna morre imediatamente, com uma bala que acertou seu pescoço. Jody também foi ferida, mas saiu do carro, gritando por socorro.

A polícia conclui que não havia motivos para aquele crime. Teria sido uma execução por engano?

2º ataque – 23 de outubro

Em um carro estão Carl Denaro, 20 anos, e sua amiga Rosemary Keenan. Eles voltavam de uma festa de despedida dele, que iria passar alguns anos na Força Aérea. Eram 2h30 da madrugada. Um homem aparece, no lado do passageiro, novamente. Cinco tiros, mais uma vez. A cabeça de Carl é acertada. No desespero, Rosemary assume o carro e dirige de volta à festa. De lá, Carl é levado ao hospital. Sobrevive.

3º ataque – 26 de novembro

Outra Donna (DeMasi), 16 anos, e sua amiga Joanne, 18 anos, voltavam do cinema, de ônibus. Quando descem, percebem um homem parado e aceleram o passo. Ele vai atrás e começa a perguntar: “Vocês sabem onde…” – mas não termina a frase. Tira um revólver da jaqueta e começa a atirar. Acerta as duas e ainda dispara rumo a uma casa. Elas estavam perto da casa de Joanne, e seus pais saíram, com os gritos delas. Donna ficou bem, Joanne ficou paraplégica.

1977 – os homicídios continuam

4º ataque – 30 de janeiro de 1977

Christine, 26, e o noivo John, no início da madrugada, saíam de um estabelecimento chamado “Galeria do Vinho”. Dois tiros são disparados, os dois acertam a garota. Um, na cabeça. Ela morre poucas horas depois.

A polícia começa a ligar os crimes, e só então percebe que estava diante de um “psicopata”. Inicia-se uma força tarefa, sob comando do Capitão Borrelli. Concluiu-se que o assassino preferia matar mulheres.

5º ataque – 8 de março

Uma estudante, Virginia, volta para casa, a pé. Um homem se aproxima dela, saca um revólver. Ela tenta se defender com os livros. Um tiro acerta seu rosto e ela morre imediatamente.

Um homem presencia a cena. O assassino, correndo para fugir, passa por ele e fala: “Oi, senhor!”.

Uma patrulha passa por David Berkowitz, mais adiante, e vai abordá-lo, por estar em alguma atitude suspeita. Mas então ouvem no rádio sobre o assassinato, e desistem dele, dirigindo-se para a cena do crime.

O Assassino do cabibre 44…


No dia seguinte, o comissário de polícia convoca a imprensa e anuncia o perigo. Um novo chefe para Borrelli é juntado à comissão de investigação. Como estava atirando com uma arma calibre 44, o homicida foi chamado inicialmente de “Assassino do Calibre 44″ (“.44 Caliber Killer”).

6º ataque – 17 de abril

Um casal de namorados, em um estacionamento. Valentina, 18 anos, e Alexander, 20. Um carro para ao lado. Dois tiros para cada vítima. Valentina morre na hora e Alexander, no hospital.

Desta vez, o assassino deixou uma carta na cena do crime, para Borrelli – que só foi divulgada na íntegra, para a imprensa, em junho.

…vira “O Filho de Sam”

Numa rua próxima dos assassinatos de Esau-Suriani, um policial descobriu uma carta escrita à mão, endereçada ao capitão da NYPD Joseph Borrelli.

O autor da carta admitia ser um monstro e dizia ser o "Filho de Sam". Dizia que Sam gostava de beber sangue para se manter jovem e o ordenava para "sair e matar" ("Go out and kill"). "Papa" Sam o mantinha preso no sótão e com isso ele via o mundo pela janela, sentindo-se um desajustado. Para parar de cometer assassinatos tinha que ser morto. Ele não queria matar mais, mas o fazia em honra de seu pai. Desejava uma feliz Páscoa para os moradores do Queens.

A descoberta da carta foi anunciada mas o conteúdo permaneceu em segredo. Em um trecho sobre ataque cardíaco, foi lembrado pela polícia que Lauria era uma técnica médica e Valenti estudava enfermagem.

A Carta dizia:
“Caro Capitão Joseph Borrelli,
Estou profundamente ferido por você falar que sou alguém que odeia as mulheres. Eu não sou isto. Mas eu sou um monstro. Eu sou o ‘Filho de Sam’. (…)
“Saia e mate”, comanda o Pai Sam. (…)”

“Sam”, dizia ainda Berkowitz, era o cachorro de seu vizinho.

A carta não continha digitais. Ele resolveu escrever também para um repórter.

Desta vez, não apenas a imprensa foi convocada, mas também vários psiquiatras, para ajudarem a polícia a fazer um perfil do assassino, que passou a ser chamado de “O Filho de Sam”.

Suspeitou-se que ele seria um esquizofrênico paranóico.

A lista de suspeitos, criada com as chamadas da população, era interminável.

Em 10 de junho, um homem chamado Jack Cassara recebe uma carta assinada como “Sam”, mas seu conhecido Sam não a mandou. Eles conversam, e descobrem que os cães de ambos haviam sido vítimas de atentados. Eles entram em contato com a polícia. A filha de Sam, aliás, trabalhava no órgão.

A filha de Cassara lembra-se de Berkowitz, que era um locatário da família e não voltou para pegar 200 dólares de caução. E não gostava do cachorro. Fazem novo contato com o centro de investigação. Mas a polícia tinha que lidar com informações demais, nada que efetivamente apontasse para o criminoso.



O Filho de Sam provoca pânico na cidade


7º ataque – 26 de junho


As pessoas quase já não saíam de casa à noite, com medo. Mas Judy e Sal, casal de amigos, resolveram ir a uma boate. Quase vazia. Na saída, Judy fala a Sal de como o “Filho de Sam” é assustador. Escutam estampidos. Judy olha no espelho e vê sangue. Seu braço direito não se move. Foram 3 tiros em sua direção. Ele também foi atingido. Os dois sobrevivem.

Um detetive estava na boate quinze minutos antes.

Uma carta de Sam menciona o dia 29 de julho, aniversário de um ano do primeiro ataque, e este dia talvez foi o mais tenso daquele ano, em Nova Iorque (o clima de tensão da época é muito bem retratado no filme “O verão de Sam”). Mas ele só atacaria dois dias depois.

8º ataque – 31 de julho

Stacy estava com seu namorado, Bobby. Após o cinema, ele sugeriu andarem no parque. Ela pergunta: “E se o Filho de Sam estiver escondido lá?”. Ele ri e insiste. Ela vai com ele. “Alguém está olhando para nós.”, ela comenta. Quis ir embora, ele insistiu para ficarem.

Logo ele leva dois tiros no rosto. Ela, um. Ela morreu no hospital; ele sobreviveu, com cegueira à esquerda e perda quase total da visão direita.

"Mais de 200 homens estão envolvidos na captura".

Com base na história das cartas para Sam e Cassara e os atentados aos cachorros, dois policiais começaram a investigar David Berkowitz. As informações coletadas vão chegando aos níveis hierárquicos superiores.

Um enfermeiro e policial, chamado Glassman, chama a polícia após um incidente, e mostra cartas que recebeu de David.

Uma multa levada por Berkowitz é a peça final: ele esteve na região de um crime na hora do homicídio.

Em 10 de agosto, policiais chegam à casa de David e esperam que ele saia. Com uma arma apontada para si, já dentro do carro, ele apenas sorri. O policial indaga:

- Agora que eu te peguei, quem eu peguei?
- Você sabe.
- Não, não sei. Me diga.
- Eu sou Sam. David Berkowitz.

Ele confessou calmamente cada um dos crimes. O detetive que o entrevistou disse que ao final da sessão ficou com pena dele. “Esse cara é a porra de um vegetal!”



Antes dos homicídios

Os grandes problemas de Berkowitz talvez tenham começado antes de seu primeiro ataque confirmado. Em novembro de 1975, ele escreveu uma carta para o pai, onde se dizia “perseguido”. Ficou, então, um mês trancado em casa, saindo só para comer. Escreveu coisas na parede. Perto do Natal, procurou psiquiatras. No dia 25 de dezembro, saiu com uma faca, “caçando” uma mulher. Disse depois que acertou uma. Atacou outra, no mesmo dia, que lutou contra ele. Ele correu, e depois foi comer hambúrguer e batatas fritas.

Trabalhava como segurança, na época. Em janeiro de 76, mudou-se, de aluguel, para uma propriedade ao lado da casa de Jack Cassara, que tinha um pastor alemão.

David disse que não conseguia dormir, perturbado com os latidos, que seriam ordens de demônios.

Um dia antes do primeiro assassinato, largou o emprego de segurança e foi trabalhar como taxista.



As ordens de Sam

David disse, sobre o primeiro homicídio, que não queria atirar, mas foi forçado pelos demônios, e então gostou. “Sam” também prometeu dar-lhe Donna, a vítima, quando David morresse.
A história que Berkowitz contava dizia respeito a alucinações auditivas de comando, vindas de um intrincado esquema, em que pessoas reais (e cães) eram vistas como demônios. Cassara era o “General Jack Cosmo”. “Sam” trabalhava para Cosmo.

A defesa de Berkowitz alegou esquizofrenia paranóide. A acusação disse que os “traços” da doença não impediam sua capacidade de enfrentar o júri: “O réu é normal como qualquer pessoa. Talvez um pouco neurótico.”
Berkowitz foi condenado a 365 anos e prisão.



O Filho de Sam seria uma invenção?

Em 1979, o famoso agente do FBI, Robert Ressler, entrevistou Berkowitz. Para o agente, ficou claro que a história do cachorro que dava ordens a Berkowitz não passava de uma invenção, uma explicação que ele havia criado previamente para o caso de ser capturado.

Ressler acredita que a razão para David matar mulheres tinha a ver com ressentimentos com sua mãe verdadeira, além da sua incapacidade de estabelecer vínculos satisfatórios com outras mulheres. Ele ficava excitado, então, com os ataques que realizava, e podia masturbar-se depois, já em seu carro.

O agente descobriu várias outras coisas sobre David. Uma foi que ele teve a idéia de mandar a carta ao repórter inspirado em um livro sobre Jack, O Estripador. Outra revelação foi que gostou do apelido que recebeu da imprensa, chegando a desenhar um logotipo para o “Filho de Sam”.



Conversão e arrependimento de Berkowitz

Anos depois, Berkowitz apareceu lendo o salmo 34, e anunciou que havia convertido-se ao catolicismo. Os agentes penitenciários notaram que suas atitudes na cadeia tornaram-se mais pacíficas, tornando-se um prisioneiro tranquilo. Antes, havia envolvido-se em conflitos, indisciplina. Mas muitos acreditam que esta conversão seja uma farsa, por causa de indícios contrários que teriam surgido depois (como ainda vangloriar-se dos crimes).

Berkowitz afirmou:
“Após procurar muito por minha alma e rezar muito, decidi que seria melhor simplesmente encarar vocês e pedir desculpas. Não estou pedindo perdão. Não acho que eu mereço perdão.
Eu não entendo o que aconteceu. Foi um pesadelo. Eu estava atormentado, em minha mente e meu espírito. Naquela época, minha vida estava fora de controle.
Eu pensei que era um soldado do demônio. Não estou empurrando a culpa em nada. Eu carrego toda a responsabilidade.”



Satanismo?

depois, Berkowitz afirmou que participava de um grupo de satanistas, na época dos crimes, e que havia, portanto, outras pessoas envolvidas. Esta hipótese não levou a conclusões definitivas.

Berkowitz ainda vive...
[Fonte: Qual Seu Medo?]


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By: Shadow



Francisco de Assis Pereira, vulgo Maníaco do Parque, é um criminoso (Assassino em Série) brasileiro que estuprou, torturou e matou pelo menos seis mulheres e atacou outras nove. O referido Parque é o Parque do Estado, situado na região sul da cidade de São Paulo. Nesse local foram encontrados vários corpos das vítimas.

Infância

Francisco de Assis Pereira tem em sua infância traumas sexuais como a maioria dos serial killers. Uma tia materna o teria molestado sexualmente na infância e com isso ele teria desenvolvido uma fixação em seios. Já adulto, um patrão o teria seduzido, o que levou ao interesse por relções homossexuais, e uma gótica teria quase arrancado seu pênis com uma mordida, fazendo com que ele tivesse medo da perda do membro viril. Além da ocorrência de uma desilusão amorosa que marcou sua vida. Antes dos crimes ele também mostrou seu outro lado. Thayná, um travesti com quem viveu por mais de um ano, constatemente apanhava de Francisco, recebendo socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas das mulheres que sobreviveram relataram. Por conta da “gótica”, citada anteriormente, ele sentia dor durante o ato sexual, segundo fontes e teses, a impossibilidade do prazer é que fez de Francisco o famoso “Maníaco do Parque”.


Histórico

Na época dos assassinatos, Francisco trabalhava como motoboy numa empresa próxima à delegacia que investigou os crimes. Antes de ser preso e julgado ele já havia sido detido como suspeito, mas liberado logo depois. Ao ver seu retrato falado nos jornais, ele fugiu para Itaqui-RS, passando antes pela Argentina para não ser reconhecido pela polícia.

Ao desaparecer, deixou apenas o jornal e um bilhete sobre a mesa. Lamentava ter de ir embora, pedia desculpas pela forma repentina da partida.

"Infelizmente, tem de ser assim."
Assinado: Francisco de Assis Pereira.

No mesmo dia, seu ex-chefe percebeu que havia algo de errado com o vaso sanitário da empresa. Tentou consertar duas vezes, mas não conseguiu. Na sexta-feira 24, quebrou o encanamento para descobrir a causa do entupimento e encontrou um bolo de papéis queimados, misturado aos restos de um churrasco feito no final de semana anterior, no cano de saída da privada. Entre as coisas que o empresário recolheu do cano estava a carteira de identidade de Selma Ferreira Queiroz, parcialmente queimada. Selma foi uma das mulheres cujo cadáver a polícia encontrou no Parque do Estado. Isso alertou seu ex-patrão, que comunicou a polícia que assim descobriram sua identidade.

Durante a fuga, causou desconfiança aos moradores das cidades por onde passou, até que foi denunciado e preso, sendo posteriormente enviado de Itaqui-RS para São Paulo. Após ser capturado pela polícia, o que mais impressionou as autoridades foi como alguém feio, pobre, sem muita instrução, e sem armas conseguia convencer as mulheres a subir na garupa de uma moto e ir para o meio do mato com um homem que tinham acabado de conhecer ETC.


Crimes

O Maníaco do Parque, no interrogatório falou que convencê-las era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir (BRUCAR). Francisco cobria todas de elogios, se identificava como um caça-talentos de uma importante revista, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado.


Algumas Vítimas

Elisângela Francisco da Silva

Elisângela Francisco da Silva tinha 21 anos e era paranaense, filha de uma família pobre de Londrina, vivia em São Paulo, com a tia Solange Barbosa, desde 1996. Por causa das dificuldades financeiras, abandonou a escola na 7ª série. Depois de ser deixada por uma amiga no Shopping Eldorado, na Zona Oeste de São Paulo, nunca mais foi vista, tendo seu corpo nu encontrado em 28 de julho, no Parque do Estado. O corpo já decomposto exigiu um duro trabalho de identificação. O reconhecimento só aconteceu três dias depois. "Eu tinha esperança de que não fosse ela", diz a tia. No dia de seu desaparecimento, Elisângela saiu de casa dizendo que voltaria dali a duas horas.

Raquel Mota Rodrigues

A grande ambição de Raquel Mota Rodrigues, de 23 anos, era ganhar dinheiro para ajudar a família, que vive em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Nos finais de semana, Raquel costumava frequentar barzinhos com três amigas. Nunca chegou em casa depois da meia-noite. Por volta das 8 horas da noite de 9 de janeiro, ela saiu da loja de móveis onde trabalhava como vendedora, no bairro de Pinheiros, na Zona Oeste da capital paulista. Ao desembarcar na Estação Jabaquara do metrô, já quase em casa, telefonou para a prima avisando que conhecera um rapaz e que aceitara posar de modelo para ele em Diadema, na Grande São Paulo. "Disse que era melhor ela não ir", lembra Lígia. Era muito arriscado sair com um desconhecido. "É, eu não vou", respondeu a garota. Raquel nunca mais apareceu. Seu corpo foi encontrado no matagal do Parque do Estado no dia 16 de janeiro.

Selma Ferreira Queiroz

Selma Ferreira Queiroz era menor de idade e a mais nova de três irmãs, pretendia fazer faculdade de ciências contábeis ou computação. Os planos de Selma, contudo, foram interrompidos na tarde de 3 de julho. Entre sua casa, na cidade de Cotia, na Grande São Paulo, e o centro da capital paulista, onde trataria das formalidades referentes à sua demissão como balconista de uma rede de drogaria, ela desapareceu. Era uma sexta-feira. No dia seguinte, um homem telefonou para Sara, irmã de Selma. Informou que a moça havia sido sequestrada e pediu um resgate de 1.000 reais dizendo que voltaria a ligar no final da tarde. Não ligou. Nesse mesmo dia, o corpo de Selma foi encontrado no Parque do Estado. Estava nua, com sinais de estrupo e espancamento. Nos ombros, seios e interior das pernas, havia marcas de mordidas. Selma morreu estrangulada e o último sinal de vida da garota foi para o namorado. Ela avisou que não chegaria a tempo para assistir ao jogo do Brasil contra a Dinamarca com ele, mas que estava a caminho de sua residencia.

Patrícia Gonçalves Marinho

Aos 24 anos, Patrícia Gonçalves Marinho nunca revelara à família o sonho de ser modelo. No dia 17 de abril, ela saiu da casa da avó Josefa, com quem morava e desapareceu. Seu corpo só foi descoberto em 28 de julho. Estava jogado numa área deserta do Parque do Estado. A identificação de Patrícia só foi possível porque ao lado do corpo foram encontradas roupas e bijuterias da moça. Foi estuprada e morreu por estrangulamento.


O que falavam sobre Francisco

"Ele é inteligentíssimo. Tem uma fala mansa que convence" - perita Jane Pacheco Belucci, da Polícia Civil de São Paulo.

"Ele apertou meu pescoço. Disse que era psicopata e já havia enterrado muitas mulheres ali" - Sandra Aparecida de Oliveira,19 anos, uma das mulheres que dizem ter sido atacadas no parque por Francisco.

"Ele era um cara comum, educado, estudado, com um papo legal. Engana qualquer garota" - João Carlos Dornelles Villaverde, o pescador que identificou Francisco.


As maníacas das cartas

O famoso motoboy recebia várias cartas de admiradoras na cadeia, aqui vão alguns trechos:
"Eu não sei o que fazer para te distrair. Mas eu tenho uma ideia: primeiro quero dizer que te desejo todas as noites. É muito bom. Te acho gostoso, meu fogoso. Você está juntinho comigo, dentro do meu coração. Depois que chego em casa, queria você de corpo e alma, te amando. Te quero de qualquer jeito. Eu te amo do fundo do meu coração. Não perca a esperança, acredite em Deus, porque algum dia a gente vai se encontrar. Sei de seu comportamento doentio, por isso quero que fique calmo..."

"Por enquanto, nossos beijos são assim. Mas quero te beijar de verdade. Acho que tens saudades. Eu te amo, te amo, te amo etc, te desejo, te quero de corpo e alma. E me perdoe por tudo que estou sofrendo. Sabe Francis, eu não me conformo, e choro. E eu preciso ser forte (...)" (Rita, 27 anos)

"Quero te dizer que estou morrendo de saudade, querendo você... Aih meu Deus como te desejo todas as noites. Eu durmo sozinha e querendo você aqui. Mas sei que é impossível. O certo é eu ir te ver. E como posso sentir. Que é meu?"

"Francisco, não deixe a tristeza tomar conta de você e acabar com o brilho do seu olhar. Acredite em Deus, você não está e nunca ficará sozinho. Jesus te ama, sua mãe e seu pai também e, principalmente, eu..." (Adriana, 22 anos)

"Depois que tudo aconteceu, tentei dar um fim a minha vida, mais uma coisa super interessante teve que acontecer, eu pensei muito e tive esperanças, acredite o mundo dá voltas, quando a gente menos espera algo de bom sempre acontece." (Márcia 18 anos – suposta ex)

O jornalista e roteirista Gilmar Rodrigues publicou em 2009 o livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais” (Editora Ideias a Granel) onde tenta entender o porque o maníaco foi desejado por tantas mulheres. Ele ficou impressionado com as cerca de mil cartas de amor que o criminoso recebeu um mês após ter sido preso, em 1998.


Atualmente

Pereira chegou a ser dado como morto numa rebelião de presos ocorrida em dezembro de 2000. Mas, após uma série de desencontros, a direção da cadeia confirmou que o motoboy, jurado de morte pelos outros presos, estava vivo. Condenado a uma soma de 270 anos de prisão, Francisco diz que hoje é um homem guiado pela palavra de Deus e se considera normal. Segundo ele, está vivo em razão da fé e também pelo “elo de amizades” que construiu. O que fez no passado não teria sido fruto de sua própria vontade e sim de “uma coisa maligna, maldita”. Jussara, sua mulher que o conheceu por carta dedica seu tempo com a tentativa de solucionar seus problemas jurídicos. “Ela é inteligente, tem formação, é formada em História e Geografia”, orgulha-se. É por tudo isso que ele entra para o topo da "Escala do Mal" criada pelo psiquiatra americano Michael Stone em 2005. Aliás, uma pesquisa do Ibope para o Ministério Público em 2004 mostrou que o caso policial é o mais lembrado pelos brasileiros, com um índice de 76%, foi o caso policial mais lembrado até 2006 pra 2007.


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By: Shadow

Ivan Marko Milat é um assassino em série australiano, condenado pelo assassinato de sete mochileiros nos anos 1980 e 90.

Os seus crimes ficaram conhecidos como "Backpackers Murders". Atualmente, Milat cumpre pena em New South Wales e ainda se declara inocente de todas as acusações feitas contra ele.


Os assassinatos


Deborah Everist

O corpo de Deborah mais parecia com um esqueleto quando ele foi descoberto em 5 de outubro de 1993, três anos e meio após a sua morte. Isto torna muito difícil para cientistas obter informações precisas sobre a causa exata da morte. Ela teria sofrido pelo menos uma facada, mas era evidente que houve várias lesões detectadas em Deborah na parte superior do esqueleto. Mas, devido ao adiantado estado de degradação, foi impossível determinar se Deborah sofreu mais ferimentos fatais. Seu crânio tinha sido fraturado. Este pode ter sido quebrado após sua morte, mas não foi determinado.


James Gibson

Devido ao tempo decorrido entre o seu assassinato até a descoberta do corpo de James, uma série de provas cruciais tinham sido perdidas. No entanto o esqueleto de James forneceu aos detetives o modo como foi abatido. A autópsia indicou que James tinha sofrido várias apunhaladas. A maioria das apunhaladas foram desferidas em seu peito e na parte superior das costas. O ferocidade dos golpes tinha deixado alguns dos ossos de James cortados ao meio. Ambos Deborah e James foram encontrados em sepulturas rasas na floresta do Estado de Belanglo. Eles estavam cobertos apenas com folhas e detritos.


Simone Schmidl

Simone, como muitas das outras vítimas, havia sofrido várias apunhaladas na sua parte superior das costas. Tal como as outras, ela foi encontrada em um túmulo raso na floresta do Estado de Belanglo, coberta com varas, folhas e detritos. Seu corpo foi descoberto em 1 º de novembro de 1993, após o seu desaparecimento, em Janeiro de 1991. O tempo entre a sua morte e a descoberta do seu corpo foi suficiente para apagar muitas das provas que teriam ajudado a condenar alguém para os crimes. Três dias depois mais dois corpos foram encontrados, tendo o número de mortos subido para sete.


Gabor Neugebauer

Gabor e sua namorada Anja Habschied foram encontrados na floresta do Estado de Belanglo em 4 de novembro de 1993. Gabor tinha sido atacado seis vezes na cabeça, três tiros para o lado esquerdo do seu crânio e três tiros na parte de trás base do crânio. Evidências forênsias sugerem também que Gabor foi estrangulado, talvez como um último esforço sádico para matar ele, embora os seis tiros por si só teriam sido mais do que suficientes. Ele também tinha um pedaço de pano amarrado em torno de seu rosto como uma mordaça. A arma usada para matar Gabor foi identificada como Ruger 10/22. Peças de uma Ruger 10/22 e um silencioso caseiro foram encontrados em uma cavidade na parede da casa de Ivan Milat.


Anja Habschied

O assassinato de Anja Habschied foi de longe o pior. Antes da descoberta do corpo de Anja, a polícia sabia que a forma dos assassinatos foram por tiros e apunhaladas (embora também há provas de que ele estrangulou, pelo menos, uma das suas vítimas). Com a causa comum de morte, a polícia foi capaz de ligar todas as seis vítimas à mesma pessoa, no entanto o assassinato de Anja Habschied estava muito longe da feridas infligidas às outras vítimas. Anja teve sua cabeça separada de seu corpo em um violento golpe. O corpo de Anja estava sem a metade inferior do vestuário. Isto sugere que ela também pode ter sido assaltada sexualmente, mas, infelizmente, devido ao tempo decorrido de quase dois anos entre o seu assassinato e a descoberta de seu corpo, não há provas suficientes para forenses saber ao certo. Algumas peças de vestuário foram encontradas mais tarde, e foi acreditado como pertencendo a Anja e Gabor. Porque estavam quase totalmente decompostos no chão da floresta, é difícil para a polícia estar absolutamente certa.


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Jeffrey Lionel Dahmer (21 de Maio 1960 - 28 de Novembro, 1994) foi um serial killer Americano. Dahmer assassinou 17 homens e garotos entre 1978 e 1991, sendo a maioria dos assassinatos ocorridos entre 1989 e 1991. Seus crimes eram particularmente hediondos, envolvendo estrupo, necrofilia e canibalismo.

Infância e adolescência

Dahmer nasceu em Milwaukee, Wisconsin, no dia 21 de maio de 1960, às 15h34m. Filho de Lionel e Joyce Dahmer. Sua família em breve se mudou para Bath, Ohio, aonde estudou na Revere High School. Dahmer dissecava animais mortos e em sua adolescência era alcoólatra e solitário.

Dahmer estudou na Universidade de Michigan, mas largou o curso após dois semestres. O pai de Dahmer então o forçou a entrar no Exército, aonde ele foi forçado a servir por seis anos mas foi dispensado após dois anos, devido ao seu alcoolismo. Quando o Exército dispensou Dahmer em 1981 eles lhe deram uma passagem de avião para qualquer lugar no país. Dahmer disse a polícia que não conseguiria ver seu pai, então foi para Miami Beach, Florida porque ele estava "cansado do frio".

Em 1982 Dahmer mudou-se para casa da sua avó, em West Allis, Wisconsin, onde morou durante seis anos. Em Agosto desse ano foi detido por expor a si mesmo numa feira estatal. Em Setembro de 1986 foi novamente preso por exposição pública (atentado ao pudor), depois de dois rapazes o terem acusado de se masturbar em público. Foi condenado a um ano de prisão, no entanto só cumpriu 10 meses.

No Verão de 1988 a sua avó pediu-lhe que saísse de casa, devido as suas noitadas, estranha personalidade e os maus cheiros provenientes do porão. Dahmer mudou-se para um apartamento em Milwaukee's West side.

A 25 de Setembro de 1988 foi detido por molestar um rapaz de 13 anos. Foi novamente condenado a um ano, tendo cumprido 10 meses. Dahmer convenceu o juiz que precisava de terapia e foi libertado. Pouco depois começou uma onda de crimes, que só terminaram em 1991.


Homicídios

Nas primeiras horas da manhã do dia 30 de Maio de 1991, Konerak Sinthasomphone (irmão mais novo do rapaz que Dahmer tinha molestado), de 14 anos, foi encontrado na rua nu, sob influência de drogas e sangrando pelo ânus. Os relatórios sobre o estado do rapaz variaram. Dahmer disse à polícia que Sinthasomphone era seu namorado e que eles tiveram um desentendimento enquanto bebiam. Contra os protestos do rapaz, a polícia devolveu-o a Dahmer. A polícia sentiu um odor estranho em Dahmer, mas não investigou. Mais tarde foram encontrados corpos, atrás do seu quarto, entre eles o de Sinthasomphone. Dahmer matou e desmembrou Sinthasomphone, guardando o seu crânio como lembrança. John Balcerzak e Joseph Gabrish, os dois polícias que devolveram Sinthasomphone a Dahmer, foram despedidos, depois das suas ações terem sido bastante publicitadas (incluindo uma cassete em que os polícias faziam depoimentos homofóbicos e piadas sobre como tinham reunido “os amantes”).

No Verão de 1991, Dahmer matava aproximadamente uma pessoa por semana: Matt Turner (30 de Junho), Jeremiah Weinberger (5 de Julho), Oliver Lacy (12 de Julho) e Joseph Brandehoft (18 de Julho).


Prisão

Em 22 de Julho de 1991 Dahmer atraiu Tracy (Traci) Edwards a sua casa. Segundo a vítima, ele e Dahmer lutaram para este lhe pôr algemas. Edwards conseguiu escapar e chamou a polícia. Edwards conduziu a polícia até ao apartamento de Dahmer. Quando percebeu que tinha sido apanhado tornou-se violento, mas um policial subjugou-o. Foram encontradas várias fotografias de vítimas assassinadas, despojos humanos (incluindo cabeças e pênis), alguns deles guardados no frigorífico. A história da detenção de Dahmer e o inventário ao apartamento 213 ganhou grande notoriedade: vários cadáveres foram encontrados em vasilhas de ácido, várias cabeças foram encontradas no seu frigorífico, e um altar de velas e crânios humanos foi descoberto no seu armário. Dahmer foi acusado de praticar necrofilia, canibalismo e uma forma de trepanação, para criar "zombies".


Julgamento

Jeffrey Dahmer foi oficialmente acusado de 17 assassinatos, que mais tarde foram reduzidos a 15. As acusações eram tão pesadas, que as autoridades nem o acusaram da tentativa de homicídio de Edwards. O julgamento começou em Janeiro de 1992. Apesar de todas as provas apontarem para si, Dahmer declarou-se inocente e alegou insanidade. O tribunal considerou Dahmer culpado dos 15 homicídios, e condenou-o a 957 anos de prisão. Mais tarde Dahmer exprimiu remorsos e disse que desejou a sua própria morte.


Prisão e morte

Dahmer cumpriu a pena no Columbia Correctional Institution em Portage, Wisconsin, onde se tornou cristão. Esta conversão ocorreu graças ao material evangélico enviado pelo seu pai. Roy Ratcliff, um pastor local, concordou em batizá-lo.

Depois de assistir a um serviço religioso na capela da prisão, um preso tentou cortar a garganta de Dahmer com uma lâmina de navalha. Dahmer ficou apenas com feridas superficiais.

Em 28 de Novembro de 1994 Dahmer e outro preso por assassinato, Jesse Anderson, foram atacados de surpresa e espancados até à morte por Christopher Scarver, também preso, diagnosticado como psicótico(afirmava receber visões do além, sendo que em uma delas teria recebido a ordem para assassinar Dahmer e Anderson). Dahmer morreu a caminho do hospital, devido a vários traumas na cabeça.

O apartamento 213 foi demolido e agora é um lote vago. Existem planos para o tornar num jardim em memória às vítimas.

Em 1994 Lionel Dahmer publicou o livro A Father's Story e doou o dinheiro aos familiares das vítimas. Lionel está reformado e vive com a mulher em Medina Country, Ohio. Ambos afirmam que continuam a amar Jeffrey, apesar dos seus crimes.


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O Estripador de Lisboa é um assassino em série não-identificado que assassinou três mulheres entre 1992 e 1993 em Lisboa, Portugal.


Os crimes

A primeira vítima foi Maria Valentina de 22 anos, conhecida como "Tina", que foi a 31 de Julho de 1992 encontrada num barracão na Póvoa de Santo Adrião. Ela foi estrangulada, cortada, e alguns dos seus órgãos internos removidos.

A segunda vítima, Maria Fernanda, 24 anos, foi encontrada a 27 de Janeiro de 1993, também num barracão, desta vez em Entrecampos. Foi também cortada com remoção de alguns órgãos internos.

A terceira e última vítima, foi Maria João de 27 anos, encontrada a 15 de Março de 1993, perto do local da primeira vítima. Tal como as vítimas anteriores, foi cortada, mas desta vez quase todos os órgãos foram removidos.

Todas as vítimas eram jovens, baixas e morenas, alegadamente prostitutas e toxicodependentes, e foram rasgadas com um objecto afiado que não era uma faca, das ultimas duas vezes, com Maria Fernanda e Maria João utilizou o gargalo de uma garrafa como "arma" perfurando as vitimas já insconcientes com a mesma. Outra semelhança é que as três vitimas têm o primeiro nome Maria.

No seu último "golpe" deixou três cigarros, um na vertical e os outros dois em X. Supõe-se que isso marca o facto de ser a sua ultima vitíma (I X) e isso será uma simbologia. Mas ainda se pode acrescentar que no seu último "golpe" existem vagas testemunhas que disseram ouvir a vitima gritar: "- Luís, por favor não faças isso." Obviamente que isso não é certo. Até porque tal facto viria a revelar que o estripador teria algum contacto com a ultima vitíma e a morte das outras teria sido uma forma para aperfeiçoar o seu último crime (aquele que teria de facto grande importância e que teria de ser perfeito). Nesse último crime, foi encontrada uma pegada, de onde não se pôde tirar qualquer tipo de conclusões e ainda a marca das mãos do estripador limpas na parede com o sangue da vítima, mas obviamente que nenhuma prova foi deixada.

Diz-se ainda que este assassino deveria ser talhante ou teria algum contacto com "carne humana", não excluindo a hipótese de ser médico.

Nunca foram encontradas quaisquer tipos de provas do estripador e até hoje a pergunta é: Estará ele vivo? Morto? Ou para regressar? Realmente não se sabe.


Investigação

Poucas ou nenhumas provas foram encontradas no local; nenhum sangue (excepto o das vítimas), cabelos, pegadas ou pedaços de luvas. A polícia tinha alguns suspeitos, mas nenhuma prova contra eles.


Outros crimes

Subsequentemente, duas outras alegadas prostitutas foram encontradas mortas. Houve também quatro crimes semelhantes na Holanda, na República Checa, na Dinamarca e na Bélgica. Houve também uma pista de que o Estripador de Lisboa poderia ter sido um assassino em série activo em New Bedford, Massachusetts em 1988.


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