Cores Taro / Colors Tarot

O simbolismo das cores que podem ser reconhecidas durante a leitura das cartas para alguém.

Preto: Morte, finalizações, trevas, destruição, o oculto, a negatividade, o pecado, a ignorância

Azul: Espírito, a contemplação, a emoção, água, céu, devoção, sentimentos, intuição

Ouro: Realização, iluminação, sol, sucesso, glória do divino

Cinza: o tempos de tempestade, dor, luto, tristeza, depressão , sabedoria da experiência

Verde: vida nova, esperança, fertilidade, crescimento, segurança, saúde, abundância, vitalidade

Laranja: Fogo, orgulho, ego, ambição, força, vitalidade, autoridade

Roxo: Realeza, poder, orgulho, compreensão esotérica, psíquico

Vermelho: Sangue, vida, vontade, ação, força, energia, coragem, sexo, morte, paixão

Prata: Lua, conhecimento oculto, a intuição feminina, interior, capacidade auto psíquica, as emoções

Branco: Universo, pureza, alegria, felicidade, verdade, transparência, iluminação

Amarelo: Sol, iluminação, intelecto, vontade de poder, o masculino, o cuidado
[Fonte: Forget The Fear]

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By: Shadow

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A HISTÓRIA

Estados unidos, 1862

Neste ano, uma jovem mulher de nome Sarah Pardee casa-se com William Wirt Winchester dono fortuna das fábricas de rifles Winchester.

Com o passar do tempo, a fábrica de armas desenvolve um rifle que seria o mais rápido e mais usado da época, tornando a família Winchester dona de uma das maiores fortunas da América.
Nesse tempo nasce Anne Pardee Winchester a filha de Sarah e William. Mas pouco tempo depois, uma doença mata a criança, deixando Sarah inconsolável.
Passaram-se quase dez anos até que Sarah pudesse superar a tragédia e voltar a vida normal. Mas o casal jamais teve outro filho.
Como se fosse por karma, em 7 de março de 1881 William morre de tuberculose, e Sarah entra em total depressão e herda uma gigantesca fortuna.
Pouco tempo depois, certa noite, Sarah ouve barulhos, gritos horríveis e pancadas por toda a casa.
E assim segue durante vários dias seguidos.

Completamente desesperada, Sarah vai à uma médium espírita.
A médium informa que o marido de Sarah se encontra ali, e que ele disse que os espíritos atormentados das pessoas mortas pelas armas Winchester, estão vagando perdidos com ódio. E que foram eles que mataram sua filha e o próprio William, e que ela seria a próxima.

A médium informa que Sarah deveria mudar de casa, que o seu marido a iria guiar e ela saberia qual nova casa comprar quando a visse.
Essa casa deveria ser reformada para que os espíritos de luz pudessem ali ficar para protegê-la, e os maus espíritos se acalmassem.

Sarah vaga então pelos Estados Unidos até chegar em Santa Clara, onde vê uma casa de 6 cômodos ainda em obras e sente que é aquela casa que deve ser comprada.

Então ela inicia suas obras, construindo novos quartos e cômodos na esperança de viver em paz, conforme orientado pela médium que visitou anteriormente.
No entanto, apesar dos seus esforços, sua obra não fez parar os tormentos que a acompanhavam.

Vozes, aparições e sons são ouvidos constantemente na casa.
Começa então um inusitado jogo macabro de Sarah. Quartos e mais quartos foram construídos.
Ela demolia e reconstruía cômodos incessantemente. Aumentava, diminuía, construía um quarto em torno de outro.
Selava quartos, abria outros, construía escadas e mais escadas que não davam em lugar algum.

Várias portas que ao se abrirem davam para um vão vazio e quartos com passagens secretas, bem como também labirintos e armários que ao se abrirem mostravam só paredes.
Tudo isso ela fazia para confundir e desencorajar os maus espíritos que ali entrassem.
As obras na casa nunca cessavam.
Os trabalhadores se revezavam de maneira que 24h por dia se ouviam os martelos e ferramentas na construção.

Sarah nunca tinha um projeto ou planta, pois isso poderia ensinar e alertar os espíritos.
O chefe de obras chegava pela manhã e Sarah dava as instruções do que queria para o dia.
E no dia seguinte ela poderia demolir o que foi feito no dia anterior e reconstruir de outra forma.
Assim os espíritos poderiam ficar mais e mais confusos.
Foi construída uma sala, chamada de quarto azul, onde ninguém jamais entrou enquanto Sarah ainda era viva.
Somente ela entrava ali para suas sessões espíritas. Dizem que o quarto foi construído como uma passagem para o outro mundo, sendo que ali ela recebia os espíritos durante as sessões.

A casa já estava com sete andares, inúmeros cômodos, várias lareiras e incontáveis janelas, quando em 1906 um terremoto destruiu parte da casa e jogou os três últimos andares no chão. Sarah então não parou.
Os cômodos destruídos, foram selados e novos quartos construídos em torno deles, pois ela achava que os espíritos que ali estavam no momento do terremoto, ficariam aprisionados para sempre.
As obras não paravam. Durante 36 anos, inúmeros carpinteiros e trabalhadores mudaram, aumentaram, destruíram e reconstruíram até que no ano de 1922, depois de uma sessão espírita no quarto azul, Sarah foi se deitar e morreu durante o sono aos 83 anos de idade, deixando uma casa com aproximadamente 160 cômodos, 47 lareiras, mais de 10.000 janelas, incontáveis escadas e portas. As obras finalmente foram interrompidas.

Tempos depois a casa foi vendida para um grupo de investidores que planejavam usar a casa como atração turística.
Na primeira contagem, eles divulgaram que a casa possuía 148 cômodos. Numa segunda contagem o número foi para 160. Mas a cada contagem se chegava a um número diferente.
Era impossível saber o número de cômodos que a casa possuía.

O lugar era tão confuso e tão cheio de labirintos que os trabalhadores demoraram mais de 6 semanas para retirar a mobília da casa.
Hoje ela é registrada como a maior casa da Califórnia com número desconhecido de cômodos.

Contudo, ainda hoje, visitantes e funcionários afirmam ouvir vozes e presenciar aparições estranhas dentro da casa.
Talvez, os espíritos que ali entraram, jamais conseguiram sair.


[Fonte: Alem do Tumulo]

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By: Shadow

Uma lápide caiu sobre um dos satanistas após o ataque de vandalismo ocorrido em agosto do ano passado.

Shane Alan Bell, 27, Michael John Smallbon, 27, Benjamin Lionel Garland, 19, e Zoe Louise Wilson, 24, estão sendo julgados na corte de Brisbane pela destruição de 82 lápides no Cemitério de Toowong em agosto do ano passado.

Os quatro foram presos depois que Wilson disse a uma colega de trabalho, Anna Nisbett, que destruíra túmulos durante uma recente incursão noturna ao cemitério.

Nisbett contou ao tribunal que Wilson e amigos tinham visitado o cemitério uma noite, levando crucifixos invertidos.

"Ela (Wilson) disse que tinha significado para os satanistas", Nisbett afirmou que ficou "atordoada" com a história. A funcionária pública federal disse que Wilson lhe contou um incidente estranho que envolvia uma lápide.

"Ela (Wilson) disse que "Jesus esmagou Shane", contou Nisbett. "Disse que uma lápide com a imagem de Jesus se moveu a uma distância significante, bateu em Shane e o prendeu pelas pernas." "Bell gritou e desmaiou de dor e os outros três tiveram que tirar a lápide das pernas dele", disse ao tribunal.

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Cemitério de Toowong

Nisbett também contou para o tribunal que Wilson acreditava que o grupo viu um fantasma enquanto estava no cemitério.

"Ela ficou animada e me disse que viu a imagem de um velho, corcunda, mas quando eles se aproximaram do homem, ele desapareceu", disse Nisbett. "Ela comentou que estavam embriagados, e que tinham consumido cerveja."

Nisbett também disse que alguns de seus parentes foram enterrados no cemitério. Ela viu uma reportagem na televisão sobre o ataque dos vândalos e decidiu levar o assunto ao seu chefe e a polícia.

A polícia foi à casa de Bell e Wilson em Jimboomba, ao sul de Brisbane, e prendeu os acusados. O policial Constable Clayton Honeywood que participou da prisão do casal disse ao tribunal que encontraram soqueiras com lâminas grandes, drogas e uma lápide durante a busca na casa.

Ele disse que Bell também tinha um ferimento na perna. Os quatro acusados entraram com uma apelação, enquanto a audiência continua com o juiz Graham Lee.

[Fonte: Alem do Tumulo]


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By: Shadow

Atenção: Não Confundilo com "SANTA MUERTE" são dois santos diferentes. San La Muerte é uma pessoa ou entidade reverenciada na região guarani antigo da América do Sul e, principalmente, nas áreas do Paraguai , no nordeste da Argentina , principalmente na província de Corrientes e, em menor medida de Misiones , Chaco , Formosa e sul Brasil ( Paraná , Santa Catarina , Rio Grande do Sul ), desde a década de 1960 devido à migração interna o culto espalhou-se para certas regiões da província da argentina de Santa Fe e, especialmente, o Gran Buenos Aires .


Suas imagens servem como um amuleto ou "paye" (objeto de cura utilizado por curandeiros) , muitas vezes esculpidos (com exceção da foice , que é frequentemente adicionada depois da obra ficar pronta) em um único pedaço de madeira, osso (ossos humanos, às vezes), chumbo, gesso, etc...Estas estátuas servem para se colocar sob a pele ou como um pingente: a maior medida de 15 cm, geralmente menor medida de uma polegada que representam um esqueleto humano com uma foice com uma lâmina enlatada.
(Imagem de santa muerte desfrutando de uma suposta oferenda)


Esta geralmente é a representação mais comum, embora há estátuas com a figura sentada ou de cócoras, sem foice, com mãos no queixo ou do pescoço: estas posições correspondem à iconografia católica para o Senhor da Paciência, no entanto, essa veneração de San La Muerte não tem nada a ver com a Igreja Católica Romana, a prática do culto a San La Muerte é considerada um culto pagão e em total contradição com os ensinamentos de "Jesus".
Outros nomes

Além de San La Muerte é chamado de "Senhor da Boa Morte, Senhor da Paciência, de San Justo Nosso Senhor da Boa Morte, Nosso Senhor Deus e da morte, San Skeleton Ayucar, San Severo de la Muerte , ou - por vezes apenas por medo-San, ou simplismente "querida".

Orações

San La Muerte é invocado como um outro santo, com a diferença que também o fiel pode vir a pedir-lhe para fazer mal a alguém. (Ele Faz o Bem e o Mal)

Atributos de Santa Morte

Sua foice: San La Muerte em seu lado direito tem uma foice como um sinal de igualdade perante Deus, simbolizando que para todos os seres vivos chegará a sua hora de ir para ele.

Sua forma esquelética: representa a similaridade de todos os seres humanos, e que na morte é arrancado tudo que é material, ou a tentação dos homens.

Seus olhos vermelhos: Representam o sangue, que por sua cor, une todos os seres humanos.

O seu sorriso demonstra a alegria eterna do conhecimento sobre a vida e a morte.

Suas roupas pode ser representadas em diferentes cores: Preto, branco ou roxo.Todos referem ao mesmo San La Muerte, mas expressando a energia ou a ordem dos fiéis diante dele.

Seus olhos para o mundo: Desde a sua posição correta que Deus deu aos homens a ver com os olhos também.


Representações de posições diferentes da sua imagem:

A Santa Paciência (sincretismo): agachamento, o que representa a busca do ser humano em seu pensamento para as suas aspirações e no desenvolvimento da paciência de como desenvolver a sabedoria.

A direita: Em pé, com a foice.

Rei: O Rei sentado no trono, a imagem sincrética devido à deriva da imagem de Exu Tata Caveira.
[Fonte: Forget The Fear]
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By: Shadow

Todos já ouviram falar desse jogo, o jogo dos mortos, mas poucos sabem como jogá-lo.
Material nescessário:
1 (um) tabuleiro Ouija
1 (um) ponteiro
O tabuleiro
O tabuleiro provavelmente é o mais importante; sem tabuleiro não há jogo. Eles são vendidos em lojas esotéricas, ou você ainda pode comprar pela internet em sites como o Mercado Livre.
Um tabuleiro Ouija
O ponteiro
O ponteiro é usada para o espírito se comunicar. Geralmente ele vem junto com o tabuleiro, mas se você não tiver um ponteiro, pode visitar esse link para saber como fazer o seu, ou caso esteja disposto a improvisar, use uma moeda.
Como jogar
Coloque o tabuleiro em uma superfice lisa. Isso é extremamente importante, pois caso a mesma seja inclinada, o ponteiro vai deslizar e vai atrapalhar o jogo.
Em cima do tabuleiro, você colocará o ponteiro, e seu dedo indicador deve estar em cima dele, na parte com o espaço adequado.
Simples assim! Caso algum espírito se manifeste, o ponteiro irá se mexer, e ele se comunicará através das opções do tabuleiro. Funciona como um jogo de perguntas e respostas, você pergunta e ele responde através dos métodos do jogo.

Yes / No
Representa o “Sim” e o “Não” no jogo. Por exemplo, vamos supor que você perguntou algo como “Você era meu parente?”, caso a resposta for positiva, o ponteiro irá até o “Yes”.
Good Bye
O jogo será encerrado ali. Quando você ou o espírito irem embora, o ponteiro irá até lá.
Letras (A, B, C, D, E…)
As letras são muito importante, pois é com elas que o espírito escreverá as frases para se comunicar.
Ao se fazer uma pergunta, a resposta virá no “Yes” ou “No”, nas letras e nos números.
Números (1, 2, 3, 4, 5…)
Os números estão ali para tornar as respostas mais rápidas. Ao invés de escrever “quatorze”, por exemplo, o espírito escreverá “1″ e “4″. [Fonte: Nibrutsit]

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By: Shadow

Em enumeras vezes o Teatro Royal Haymarket desde de 1720 tem a fama de ser assombrado pelo dramaturgo e ator cômico John Baldwin Buckstone (nascido em 14 setembro, 1802 - morreu em 31 de outubro de 1879). Em 2009, estrelando uma peça de teatro com Sir Ian McKellen (Gandalf, do Senhor dos Anéis) na peça que se chama "Waiting for Godot ", Sir Patrick Stewart relatou ter visto aparições de Buckstone.
Sir Patrick Stewart (nascido em 13 de julho de 1940, Mirfield, West Yorkshire) é um dos atores mais amados da Grã-Bretanha,tanto na televisão como no teatro, conhecido mundialmente por interpretar o capitão Jean-Luc Picard em Star Trek The Next Generation e professor Charles Xavier no X-men. Em 25 de Agosto de 2009, o Daily Telegraph publicou um artigo de Stephen Adams intitulado de "Patrick Stewart viu fantasmas quando realizava a peça "Esperando Godot", que descreve a experiência.
Patrick Stewart disse aos colegas atores que viu um fantasma que tem a fama de assombrar um dos teatros os mais mal assombrados da Grã-Bretanha.

Ele viu a aparição, enquanto espera pela realização da peça.

Ele acredita que viu o fantasma de John Baldwin Buckstone, que foi ator e diretor do Teatro Real de Haymarket, em meados do século 19 e um amigo de Charles Dickens.
Após a vinda do palco para o intervalo, Stewart disse a sua co-estrela que viu um homem nos bastidores vestindo o que parecia ser um casaco bege e calça de sarja.

Sir Ian lhe perguntou: "O que aconteceu?"

"Eu vi um fantasma. No palco, durante o ato," Stewart respondeu.

O episódio foi narrado em um documentário sobre o Teatro Royal Haymarket, produzido pelo canal de televisão Sky Arts.

No entanto, parece que o cameramen não conseguiu captar imagens de um fantasma em si.

Stephen Adams em seu artigo também citou o diretor do Teatro de Nigel Everett que Também teria tido avistamentos anteriormente.

"Patrick disse-nos tudo sobre ele. Ele estava atordoado. Eu não diria com medo, mas eu diria que impressionado."

Aparições de Buckstone não eram tão frequentes assim, o Sr. Everett disse, que a última das aparições que foram a cerca de três ou quatro anos atrás.

"O fantasma tende a aparecer quando uma comédia está sendo apresentada."

Embora ele disse que não considerou a peça "Esperando Godot" de ser uma comédia, ele pensou que a sua produção teve aspectos cômicos.

"Eu acho que Buckstone aparece quando ele aprecia as coisas", acrescentou. "Nós vemos isso como uma coisa positiva."

Buckstone nasceu em Hoxton, Londres, em 14 de setembro de 1802 e depois de passar alguns de seus primeiros anos como aprendiz em uma embarcação da Marinha, e estudou direito.

Ele teve uma longa associação com o Teatro de Haymarket, sua primeira aparição no palco, em 1833, seguido de cinco anos escrevendo uma peça para o seu público e ainda atuar em no palco. Ele voltou para o Teatro Haymarket novamente em 1840 e em 1848, antes de voltar Benjamin Webster o nomeou como gerente do Teatro em 1853, um cargo que ocupou até 1877.

Em 1854, seu noivo da atriz Fanny Fitzwilliam chlorea morreu pouco antes de seu dia do seu casamento. Buckstone se casou com Isabella Copeland, irmã Fanny. Buckstone John Baldwin morreu em casa na Baixa Sydenham em 31 de outubro de 1879 após vários anos de problemas de saúde.
[Fonte: Forget The Fear]
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By: Shadow

O falar línguas estranhas, a chamada glossolalia, constituiu um elemento marcante da doutrina pentecostal. Trata-se de uma forte evidência do batismo no Espírito Santo. Alguns antropólogos e psicopatologistas classificam tal experiência extática (posto em êxtase, absorto, enlevado) como sendo um transe de inspiração.

Distinguem esse tipo de transe dos fenômenos extáticos religiosos da umbanda e do candomblé, os quais classificam como transes de possessão. Não vemos como atribuir alguma importância a essa distinção, enfim... De qualquer forma, em matéria de manifestação extática, são tratados juntos e com a mesma terapêutica a glossolalia e o transe de possessão.

A CID.10 (Classificação Internacional das Doenças) rotula em F44.3 o chamado Estado de Transe e de Possessão. Trata-se de um transtorno caracterizado por uma perda transitória da consciência de sua própria identidade, associada a uma conservação perfeita da consciência do meio ambiente. Devem ser incluídos nesse diagnóstico somente os estados de transe involuntários e não desejados, excluídos aqueles de situações admitidas no contexto cultural ou religioso do sujeito.

Isso significa que, durante um culto religioso entrando uma pessoa em transe, voluntariamente, pois ocorre no momento em que isso lhe é adequado, não se pode atribuir esse diagnóstico. Para que o quadro seja reconhecido como Estado de Transe e de Possessão não deve ser voluntário.

O DSM.IV (Classificação de Doenças Mentais da Associação Norte-americana de Psiquiatria), por sua vez, classifica o mesmo quadro como 300.15, Transtorno Dissociativo Sem Outra Especificação. Esta categoria se destina a transtornos nos quais a característica predominante é um sintoma dissociativo (isto é, uma perturbação nas funções habitualmente integradas da consciência, memória, identidade ou percepção do ambiente, enfim histérico) que não satisfaz os critérios para outro Transtorno Dissociativo específico.

Como exemplos o DSM.IV cita, entre outros casos, estados dissociativos ocorridos em indivíduos que foram submetidos a períodos de persuasão coercitiva prolongada e intensa, como por exemplo, lavagem cerebral, reforma de pensamentos ou doutrinação em cativeiro. Em seguida fala também do Transtorno de Transe Dissociativo, referindo como perturbações isoladas ou episódicas do estado de consciência, identidade ou memória, inerentes a determinados locais e culturas, subdividindo esse transtorno em dois tipos; Transe Dissociativo e Transe de Possessão.

O Transe Dissociativo envolve o estreitamento da consciência quanto ao ambiente imediato, comportamentos ou movimentos estereotipados vivenciados como estando além do controle do indivíduo. O Transe de Possessão envolve a substituição do sentimento costumeiro de identidade pessoal por uma nova identidade, atribuída à influência de um espírito, poder, divindade ou outra pessoa, e associada com movimentos estereotipados "involuntários" ou amnésia.

O Transe de Possessão adquire colorido regional e cultural nas várias partes do mundo; amok (Indonésia), bebainan (Indonésia), latah (Malásia), pibloktoq (Ártico), ataque de nervios (América Latina) e possessão (Índia).

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By: Shadow


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