Poltergeist: A sua terminologia deriva do vocábulo Alemão que significa «duende brincalhão», este nome foi atribuído a todos os fenómenos que se produzam em recintos concretos: deslocação de objectos, barulhos, luzes que se apagam e acendem sozinhas, espelhos e cristais que se partem, aparelhos eléctricos que se ligam e desligam, etc.

Fantasmas espíritas: Este fenómeno de aparição é baseada na tese espírita da sobrevivência do espírito depois da morte física. No caso de mortes traumáticas, o perispírito - elemento de união entre o espírito e o corpo - aparece perante as pessoas queridas para anunciar a sua morte ou despedir-se delas.

Fantasmas ectoplasmáticos: Sob este nome conhece-se a libertação de energia biótica somatizada do corpo físico de um paragnosta, expulsa pelos orifícios orgânicos: nariz, boca e inclusive umbigo .

Fantasmas energéticos: A terceira via de aparições fantasmagóricas é o produto de uma infestação psi que tem como resultado a captação, por percepção sensorial, de um ente energético, objectivado em formas plásticas no espaço exterior e que, por algum motivo, continua presente num determinado lugar da casa.

Fantasmas telepáticos: A quarta via de manifestações das aparições dá-se através da percepção sensorial directa ou então de forma extra-sensorial. (por exemplo: uma mãe sente a presença do seu filho, cuja imagem aparece diante dela efectuando um determinado acto quotidiano, quando, na realidade, o filho está fisicamente muito longe dali. Invade-a uma grande tristeza e não sabe porque. Entretanto, o filho sofre um grave acidente ou morre longe da sua casa.

A sua presença manifestou-se para se despedir dos seus entes mais queridos.) Nestes casos trata-se de uma aparição critica.


VOCÊ NUNCA ESTA SOZINHO


By: Shadow

A missa negra como perversão do rito católico, popularizou-se no século XVII. Tornou-se um espectáculo com grande número de entusiastas, nos tempos em que reinou Luís XIV. Uma das missas negras foi organizada pelo abade Guibourg para Athénais de Tonnay-Charente, marquesa de Montespan, futura amante do Rei-Sol, Luís XIV. Possuída pela obsessão de tornar-se rainha, a marquesa quis através de uma missa negra afastar todos os obstáculos que pudessem surgi-lhe à frente.

O seu corpo desnudado serviu de altar a Guibourg. O abade disse a missa de acordo com o rito católico, tendo consagrado a hóstia sobre os órgãos genitais da marquesa. A sua ajudante, a Cathérine Montvoisin, também conhecida por La Voisine, trouxe para a celebração uma criança de 2 anos, que fora comprada à sua mãe.

Foi então que Guibourg invocou demónios, cortou a garganta à criança que se encontrava sobre a barriga da marquesa de Montespan e recolheu o seu sangue num cálice misturado com vinho e ambos beberam e por fim tiveram relações sexuais.
No fim da celebração o padre entregou à marquesa um saco com os restos da hóstia, das vísceras e do sangue da criança.

No ano seguinte à missa negra realizada a marquesa tornou-se amante do rei, chegando a dar à luz sete filhos deste.



NÃO GRITE NO ESCURO



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Fear



O satanismo, como filosofia , surgiu da suposta rejeição da Natureza por Deus, por ser impura e imperfeita. Mais tarde, tudo o que a Igreja rejeita e condena é aproveitado pelo Diabo, que se serve disso e o explora, por Satã é o «principie deste mundo». É ele que nos faz ter uma vida terrestre sem preocupações, uma vida de bens imediatos, sem nunca pensar hipotética , e ainda por demonstrar, vida ulterior.

Pelo contrário, a Igreja Católica move-se num mundo cinzento e postula a ideia da dor, do sofrimento, da resignação e a esperança de que, através da morte , se aceda a uma vida espiritual melhor. Esta dicotomia criou o bem e o mal e a única arma que a Igreja tem para contrapor à força da vida alegre e diabólica é a ameaça divina de fechar a porta do reino do céu aos seguidores do satanismo. Muitas foram as pessoas que , não se sentindo completamente identificadas com o Deus bom, monoteísta, judeu-cristão, o rejeitaram e se inclinaram para adorar o seu rival: Satã.


Os seus seguidores prometeram-lhe amor eterno, servilismo humano e espiritual em troca de lhes facultar riquezas e poder sobre o resto dos seres humanos. Estas pessoas criaram métodos para entrar em contacto com ele e organizaram e sistematizavam determinados ritos de adoração ao Diabo. Constitui-se assim uma forma de magia negra conhecida vulgarmente por satanismo, que engloba, de facto, todos os libertinos e transgressores das proibições da Igreja.

A liturgia do satanismo deu origem à celebração das missas negras, as quais são, essencialmente, actos ritualísticos-esotérico-religiosos de oferta da vida ao Diabo através dos sacrifícios. São orientados para a obtenção de poderes sobrenaturais para situar o homem à altura dos seres superiores, isto é, converterem-se em autênticos seres diabólicos pelo facto de o deu espírito estar possuído pelo Diabo.

O satanismo manifesta-se em todo o seu esplendor através da celebração das missas negras. De facto, este é um ritual praticado assiduamente desde o século VII, consistindo em copiar as missas cristãs, colonizar o rito cristão, mas com uma simbologia totalmente inversa.

A missa negra, no entanto, tem variantes na sua encenação e a sua oferenda de consagração é dirigida a uma divindade maléfica. Os seus actos consistem em repetir fundamentalmente os mesmos gestos simbólicos e fazê-los completamente ao contrário dos efectuados na missa cristã.

A consagração do vinho é substituída pelo sangue sobre o altar satânico constituído pelo corpo nu de uma mulher, de preferência virgem, a qual se vai iniciar no culto satânico. Esse sangue humano e o espírito da pessoa sacrificada são oferecidos e consagrados em corpo e alma ao Diabo.

O conjunto de ritos e invocações dirigidas ao rei das forças maléficas é presidido por um bode, que simboliza o Diabo, e a missa negra costuma ser oficiada por um padre renegado, ou um sumo sacerdote satanista, que vai convenientemente paramentado com uma batina negra revestida com emblemas demoníacos. Na actualidade, o mais poderoso sumo sacerdote satânico, mais conhecido por Papa negro é o Anton Szandor LaVey fundador da Igreja satânica, sedeada em São Francisco (Califórnia).


NÃO GRITE NO ESCURO


By: Fear


A primeira declaração oficial na qual se reconhecia a existência do satanismo produziu-se na corte em 12 de Julho de 1680, em Paris, durante o reinado de Luís XIV, quando Madame Montespan, amante do rei, reconheceu que efectuava missas negras consagradas ao Diabo. Para não perder os favores do rei não hesitou em sacrificar crianças recém-nascidos na celebração das missas negras e consagrar o seu sangue a Satanás.

O próprio corpo nu da favorita do real servia de altar nos sacrifícios. Os povos e as tribos mais antigas do mundo, e muito especialmente os persas, acreditavam na existência de um Deus bom e de um mau. Com o passar do tempo, os Judeus foram sensivelmente influenciados por estas crenças entre os anos 331 a.C. e 538 a.C. Nessa época, a antiga Palestina, ou Judeia, fazia parte do enorme império persa, que era duo teísta, e a judaica, claramente monoteísta.

O resultado desta união foi a introdução da ideia da existência de outro deus maléfico, adversário do Deus benéfico.

Tudo o que se relaciona com o reino do mal deve ser observado do ponto de vista filosófico. Existem verdadeiros especialistas do tema do Diabo, como o investigador Jean Wier, que , na consequência da constatação de outros eruditos na matéria, considera que o reino do Diabo está organizado como se de um batalhão se trata-se.

Existe um chefe supremo de todos os Diabos chamado Lúcifer ou Satã, ente maléfico por excelência. Junto ao todo poderoso Satã encontra-se uma série de ajudantes e servos, que formam a sua corte e subdividem em:

Rei................................Lúcifer

Príncipes.......................72 diabos maiores

Legiões.........................1111 diabólicas

Cada legião................... 6666 diabos menores

O Diabo tem uma filosofia autenticamente mercenária e os seus «favores especiais» são concedidos em troca do sacrifício de um ser vivo, que na maioria das ocasiões, é um animal. Dependendo das intenções desejadas, os animais sacrificados são brancos ou pretos; a sua cor está relacionada com o tributo que tenha de pagar; os brancos são para angariar, conseguir, obter coisas; os pretos são para abandonar, eliminar, exterminar.

Uma vez obtido o sangue fresco e o cálice cheio do líquido vital, procede-se à sua consagração de oferenda ao Diabo com invocações como estas: Hoc est meum Belzebu, Lúcifer ou Satã, ao mesmo tempo que o conteúdo do cálice diabólico rega o corpo da neófita. Entretanto, os adeptos recitam salmos enquanto giram em volta do altar humano.


NÃO GRITE NO ESCURO


By: Fear

Numa extensão de mar entre as Bermudas, Porto Rico e Miami , encontra-se o famoso Triângulo das Bermudas. Diz-se que aqui os instrumentos de bordo tendem a avariar, e que aviões e barcos estão sujeitos a desaparecer misteriosamente .

Há quem fale de interferências de outros mundos, enquanto outros atribuem os desaparecimentos a uma irregularidade no campo magnético da Terra.
Cerca de 1000 aviadores, marinheiros e passageiros de mais de 100 aviões e navios diferentes terão desaparecido no Triângulo das Bermudas .
Estarão forças paranormais por detrás da fama deste notável caminho marítimo..



O "TRIÂNGULO DAS BERMUDAS" BASE SECRETA DOS ÓVNIS ???

O inventor da expressão «Triângulo das Bermudas» é Vincent H. Gaddis, escritor e investigador de fama mundial que muito cedo se especializou nos fenómenos inexplicados, misteriosos, insólitos ou desconhecidos. Ele é autor de numerosos livros, entre os quais Invisible Horizons, publicado nos Estados Unidos em 1965. Nessa obra, o autor consagra um capítulo inteiro ao Triângulo das Bermudas, empregando assim, pela segunda vez, uma expressão forjada por ele em 1964 para um artigo publicado na revista Argosy. Ele fundou, em 1965, a Society for the Investigation of the Unexplained (Sociedade para a Investigação do Inexplicado) e escreveu livros que tratam, precisamente, de fenómenos esquisitos e misteriosos.

Invisible Residents é um desses livros, talvez o mais célebre do seu autor, que nele expõe uma teoria particularmente original. Segundo ele, seres inteligentes viveriam há milénios sob a superfície dos lagos, dos mares e dos oceanos do nosso globo, e é aí, escondido sob toneladas de água, onde ninguém pensaria em ir procurá-lo, que residiria o segredo dos objectos voadores e aquáticos não identificados. Sanderson tinha portanto dado provas de uma certa clarividência ao incluir nos fenómenos registados em Invisible Residents os desaparecimentos ocorridos na zona do Triângulo.

Mas o seu mérito não fica por aí. No termo de longas e minuciosas investigações - a que tinha estado muito estreitamente ligado Vincent H. Gaddis -, Sanderson tinha notado, por um lado, que o termo «Triângulo» não convinha nada para designar a zona em que se tinham registado tantos desaparecimentos no Atlântico Norte e, por outro lado, que existiam mais onze regiões semelhantes na superfície do globo, todas situadas a igual distância umas das outras.(...) Actualmente, quase toda a gente ouviu falar, com efeito, do mar do Diabo, no Japão, ou do mar da Tasmânia, ao largo da costa sudeste da Austrália, para só citar duas das regiões do globo mais célebres, onde se produzem imensos fenómenos insólitos.

Eu penso que Ivan T. Sanderson e os membros da Society for the Investigation of the Unexplained fizeram uma descoberta capital ao revelarem ao grande público a existência dessas regiões «malditas», mas creio também que lhes faltou tempo - em particular no que respeita a Ivan T. Sanderson - para levarem mais longe ainda as suas investigações e se aperceberem de que essas zonas não deviam ser postas em pé de igualdade.

A região vulgarmente chamada Triângulo das Bermudas é e continua a ser teatro de um grande número de desaparecimentos e «aparecimentos» insólitos, sem qualquer paralelo com tudo o que se pode encontrar em qualquer outra parte do globo.

E tudo se passa, afinal de contas, como se as outras zonas misteriosas do planeta fossem por qualquer forma, dela dependentes.


O DEEP SEE

Em Junho de 1991, o barco de pesquisa subaquático Deep See andava em busca de vestígios dos galeões espanhóis afundados ao largo da costa de Miami, mas em vez disso, os instrumentos de alta tecnologia detectaram cinco bombardeiros da segunda guerra Mundial alinhados no fundo do mar. Um dos aviões tinha o mesmo numero de série do líder do voo 19, um infortunado esquadrão de bombardeiros que descolara ás 15:15 de 5 de Dezembro de 1945 e que nunca mais regressara à base.

A excitada tripulação do Deep See esperava encontrar tesouros e não resolver um dos mistérios do triângulo das bermudas.
Nesse dia fatídico, o voo 19, constituído por cinco aviões TBM (Torpedo Bomber Medium), completou com sucesso um exercício de rotina à volta das ilhas Bimini e devia regressar à base em Fort Lauderdale, na Florida. Nunca o fez e as buscas de cinco dias foram infrutíferas. Muitos investigadores pensam que os aviões e os seus ocupastes foram vitimas das estranhas forças ali existentes.


O Cyclops um navio de carga norte americano desapareceu sem deixar rasto numa viagem rumo às Índias Ocidentais, em 1918. Mais tarde, em 1963 foi a vez do cargueiro Marine Sulphur Queen que também desapareceu sem deixar rasto, em 1973 o navio de mercadorias Anila desaparece com 32 passageiros a bordo, 1963 dois cruzadores novos da Força Aérea dos EUA desaparecem a 300 milhas para sudoeste das Bahamas.
Se examinados minuciosamente e pacientemente, os desaparecimentos do Triangulo das Bermudas não foram particularmente misteriosos.

Podemos explicar a maior parte das tragédias com base em más condições atmosféricas e em falhas técnicas e humanas, sem ter de recorrer a fenómenos sobrenaturais. Até mesmo a frequência dos acidentes é normal.

De facto, como disse o escritor Arthur C. Clarke: «É um considerável tributo à guarda costeira que haja tão poucos desaparecimentos nesta movimentada zona, se pensarmos na quantidade de marinheiros amadores e pilotos de fim de semana que se aventuram pelos céus e mares, sem qualquer formação adequada».


NÃO GRITE NO ESCURO


By: Fear


O início do século XX, circularam relatos sobre uma bizarra criatura semi-humana avistada nos Himalaias, mas foi só enquanto «Abominável Homem das Neves» que essa criatura encheu as páginas dos jornais do mundo inteiro.

Em 1921, uma expedição britânica chefiada pelo coronel C. K. Howard-Bury tentou escalar o monte Evereste. A cerca de 5200 m, os exploradores viram pelos binóculos uma série de figuras negras, ao chegar ao local, encontraram pegadas enormes, «três vezes o tamanho das de um ser humano normal».

Os batedores do grupo identificaram-nas como o rasto de uma criatura a que davam vários nomes, entre eles «Yeti» e «Mehtohkangmi» (criatura da neve ou selvagem).


Os sherpa - as tribos do Tibete e do Nepal - descrevem os Yetis como criaturas semi-humanas que vivem nas montanhas e se alimentam nos vales. Alguns acreditam que os Yetis raptam pessoas. Em 1913, por exemplo, uma rapariga sherpa foi alegadamente levada da sua aldeia por um Yeti. Nas décadas seguintes surgiram na impressa notícias sensacionalistas sobre ataques do Abominável Homem das Neves .
Os mais cépticos dizem que os presumíveis Yetis que são avistados todos os anos não passam de ursos, de grandes macacos Langures que vivem nos Himalaias, ou até mesmo eremitas hindus conhecidos pelo nome sadhu.

Existem, contudo, provas que atestam a existência dos Yetis. Em 1951, o respeitado alpinista Eric Shipton publicou fotografias do que ele pensava ser pegadas de um Yeti, encontradas na bacia de Menlung, no Nepal. Um zoom revelou uma pata com 33cm de comprimento, não pertencente a qualquer criatura conhecida, mas há quem diga que uma pegada normal pode ficar com essas dimensões quando a neve derrete.
Menos impressionante foi o chamado «escalpe de um Yeti» apresentado por alguns nativos sherpas, que afinal era feito de pele de cabra. Não obstante, a ideia de que poderá existir nas montanhas uma criatura desconhecida tem sido suficientemente credível a ponto de interessar cientistas sérios e exploradores.


Em 1958, a academia das ciências Soviética enviou equipas para diversas partes da Ásia, onde haviam sido avistados criaturas semi-humanas. Os investigadores acabaram por concluir que existia uma espécie qualquer de seres hominídeos primitivos nas montanhas asiáticas.
Entretanto, os índios americanos da Colômbia britânica e do Norte da Califórnia têm as suas próprias lendas sobre um feroz «Sasquactch» ou «Big Foot», que aparece em tótemes e máscaras. Em Outubro de 1967, em Bluff Creek, no norte da Califórnia, um alegado «Big Foot» foi filmado pelo campista Roger Patterson.

As imagens parecem mostrar uma fêmea gigante a passear numa clareira da floresta.


NÃO GRITE NO ESCURO


By: Fear

Esse vídeo que eu to postando foi um colega meu que me mostrou e mandou eu colocar no blog. Eu vi, gostei e postei hehe.





VOCÊ NUNCA ESTA SOZINHO

By: Shadow

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